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sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Top 5: animes incríveis


Boaaaa noite! :D

Gente, estou muuuito cansada. Sério, passei essa semana todinha me sentindo miserável, não consegui nem comer direito, tamanho o meu cansaço (!). Hoje estou de folga e conseguindo recuperar as minhas energias, e decidi escrever sobre um dos meus assuntos favoritos, aqui: Animes. ^.^

Essa lista, ao contrário das outras, não está em ordem de preferência. Fiz diferente dessa vez, e cada um dos animes listados foi "campeão" em uma categoria diferente. Tipo o meu próprio Oscar, sabe? Ahém. Foi difícil escolher, e várias séries que adoro ficaram de fora. Apreciem:

Anime do coração: Naruto


Eu posso ver mil animes, mas esse sempre vai ser o mais especial. Explico: Naruto não tem a história mais intelectualizada do mundo. Nem a mais dinânica - pelo contrário, a quantidade absurda de fillers foram justamente o que fizeram a história atingir doze anos. É enrolado, é clichezento e causou muitos facepalms durante sua duração. Mas a quantidade de facepalms não foi maior que a de olhos brilhando e torcida fervorosa. Tem coisa meia-boca, mas também é viciante. Tem personagens cativantes, tem muuuito romance SIM (a quantidade de possíveis casais por metro quadrado é infinita, em Konoha) e, principalmente, tem toda uma geração que cresceu assistindo, e o adora. Por ter apresentado para mim o universo dos animes e me mantido apaixonada até hoje, nada vai roubar o lugar de honra que Naruto tem no meu coração. <3

O melhor dos melhores: Death Note



Gente, o fascínio que esse anime me exerce é inexplicável. Toda vez que falo/vejo/escrevo qualquer coisa sobre ele, me dá vontade de assistir tudo de novo. E gente, a coisa é grave: já assisti umas cinco vezes, e nuuunca me canso! Tenho camiseta, tenho almofada, tenho o Death Note e até já me "fantasiei" de Misa-Misa, e cada vez quero mais e mais. Death Note tem absolutamente tudo: Tem uma história inteligente, tem mistério, tem suspense, tem personagens carismáticos (gente, eu sou apaixonada pelo L), tem um anti herói que você não sabe se ama ou odeia, tem momentos de frio na barriga, tem cenas de tirar o fôlego, tem uma trilha sonora pesada e tudo a ver com a série... esse é insuperável, e em relação à história, é com certeza o melhor anime que já assisti. Só falta um liv action que realmente faça jus a ele (difícil). E se você não assistiu ainda, faça isso imediatamente.

O mais cativante: Nana


Nana foi, sem dúvida, minha melhor surpresa de 2015 até agora. Sabe aquele anime/filme/série/livro/*insira sua opção aqui* que você sempre ouviu falar, mas por algum motivo nunca deu muita bola e, quando finalmente se rendeu, ficou se odiando por não ter dado uma chance antes? Assim foi com essa obra fantástica. Conheci Nana em uma fase em que achava tudo tão chato que estava só repetindo os animes que já tinha assistido, e ele resgatou meu gosto por conhecer histórias novas. As protagonistas são maravilhosas, as situações são cotidianas, todos os personagens são "gente como a gente" (ou seja, típicos anti heróis), você não consegue parar de assistir. E mesmo se não fosse tudo isso, a trilha sonora lindíssima o salvaria. <3 Quero continuação de Nana, djá!

O mais amorzinho: Clannad



O motivo para a escolha deste foi:::::::::::::::::: overdose de açúcar. Clannad é simples e lindamente triste: tem uma mocinha tímida e com problemas de saúde, tem um protagonista com uma vida difícil (que faz com que a gente tenha vontade de abraçá-lo), tem amigos que se afastam e se reencontram, tem muuuuuitas cenas pra nos fazer chorar, tem um toque de surrealismo... Clannad tinha tudo pra virar um dramalhão maçante, mas a história é tão bem contada e o casal principal é tão bonitinho, que se salvou com louvor e conquistou uma legião de fãs. E a musiquinha dos dangos nunca mais vai sair da sua cabeça.

O mais sexy: Vampire Knight


Vampire Knight é como os animes anteriores: tem boa história, tem personagens cativantes, tem novidades bombásticas a cada capítulo. Mas há uma coisa que o torna único: a sensualidade irresistível, e isso sem precisar mostrar peitos, calcinhas, ou qualquer cena de sexo explícito. Vampire Knight tem o casal (de vampiros e irmãos <3) protagonista mais sexy que já vi em um anime, e não  são só eles: Zero, a outra ponta do triângulo amoroso, e também todos os outros vampiros lindos, tanto os meninos quanto as meninas, parecem ter sido desenhados especialmente pra balançar nossos hormônios. Delicie-se com a trama, mas não esqueça o babador. Ahém.

Menções honrosas: Code GeassSteins Gate



Fiz essa menção porque esses dois animes são fantásticos e não poderiam ser deixados de fora da minha lista de "preferidos", mas não consegui criar uma categoria específica pra cada um. São duas histórias bem diferentes: Code Geass bebe na mesma fonte de Death Note e traz um protagonista que quer mudar o mundo, nem que pra isso tenha que brincar de Deus. Também tem batalha de inteligência, a diferença é que também tem lutas físicas, todo um fundo histórico, e o anti herói tem aliados incríveis; Já o tema de Steins Gate é viagem no tempo, e ainda não encontrei outra série no mesmo estilo que seja tão boa como essa. Tem muitas voltas e reviravoltas, tem drama, tem comédia e tem romance, além de suas muitas cenas comoventes. Os dois animes não estão no rol dos mais conhecidos, mas são excelentes e vale a pena ver. ;)

E o troféu vergonha alheia vai para... Diabolik Lovers!



Eu nem ia colocar essa categoria e nem pretendia mencionar esse anime no blog, mas não deu, kkkkkkkkkkkk. Nem me lembro como cheguei a Diabolik Lovers, mas lembro que cliquei pra assistir pensando que seria algo parecido com Vampire Knight... gente, que blasfêmia <o>. Desde Peach Girl um anime não me irritava tanto. A protagonista não chega a ser tão irritante quanto a Momo, mas também não chega nem perto de ser carismática. Os vários homens da série (que é um harém masculino) são bonitos, mas também não tem o magnestimo que um Kaname e um Zero tem pra dar e vender. O anime é curto (se não me engano são doze episódios, cada um com cerca de quinze minutos), e deixa a sensação de não mostrar nada além de uma pobre garota sendo chupada e mordida (ui) por um monte de caras o tempo todo, só que no mal sentido. As cenas acontecem quase em sequência e, ao contrário de nos dar arrepios (como as da sortuda Yuuki, de Vampire...), são tão excessivas que viram um tédio total. E não basta serem previsíveis: algumas são violentas, e fiquei muito desconfortável vendo aquela garota totalmente vulnerável, com expressão sempre amedrontada, sempre sem chance de defesa contra os vampiros covardões que não a deixam em paz (além de um crush dela que nem lembro o nome, mas é um baita babaca e, além de mordê-la, passa o tempo todo gritando que ela é só dele). O que me deixou mais chateada é que a série tem vários ganchos bons, que poderiam ter sido bem aproveitados e resultado em um anime ótimo, se não tivesse se perdido no meio de tanta apelação. Totalmente esquecível.


Ufa! O post ficou longo, mas gostei muito de fazer :D. O que acharam? Agora me contem como seria, se vocês também fizessem um "Oscar para animes" :v.

Beijinhos. :*

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Anime: Nana

Passei um bom tempo sem me apaixonar por um anime. Até assisti animes novos e curtos, mas nenhum fazia meu coração balançar, nenhum me viciava a ponto de eu não conseguir me concentrar em mais nada (é dos animes que fazem isso, que eu gosto). Nessa fase, decidi rever alguns dos meus animes favoritos, entre eles Paradise Kiss. E foi revendo Paradise Kiss que cheguei à Nana, cujo mangá é da mesma autora, Ai Yasawa, e a qual eu já tinha ouvido falar, mas por algum motivo ainda não havia assistido. E fico feliz em dizer que finalmente, uma história voltou a despertar meu amor. Nana é lindo em absolutamente tudo.



A premissa é relativamente simples, mas começa com uma coincidência que beira o surreal: um belo dia, duas garotas chamadas "Nana" pegam o mesmo trem. Ambas tem vinte anos, e ambas estão saindo de sua cidade natal para ir à Tóquio, a fim de começar novas vidas. As personalidades delas são opostas: Nana Komatsu é uma garota romântica, extremamente carente apesar de ter sido criada em uma família feliz, e cujo fraco são os homens - ela simplesmente não consegue ficar sozinha e se apaixona com uma facilidade absurda, o que a fez embarcar em várias canoas furadas. Já Nana Osaki teve uma vida dura desde o início. Ela nunca conheceu o pai, foi abandonada pela mãe e criada por uma avó fria, sendo então uma adolescente isolada e que intimidava um pouco os colegas, mesmo sem se dar conta. Os motivos para as viagens de ambas também são diferentes. A Komatsu decide ir para Tóquio para tentar um emprego lá e assim ficar perto do atual namorado, Shouji, que se mudou dois anos antes para fazer faculdade. A Osaki também tem um amor em Tóquio, mas não é para encontrá-lo que ela está indo para lá. Ren Houjo, que fazia parte de sua antiga banda, se mudou para fazer carreira como baixista de uma banda famosa, o "Trapnest". Nana Osaki, após tomar coragem, também parte levando uma bagagem de mão e sua guitarra nas costas, decidida a também tentar viver de sua música.




As duas Nanas esbarram no trem, viajam sentadas uma ao lado da outra e conversam sobre suas vidas, mas acabam indo para lados opostos assim que descem na estação. Mas como a vida é uma caixinha de surpresas (rsrsrsrs), elas se encontram novamente, justamente quando acabam olhando o mesmo apartamento para alugar. E decidem dividir o lugar. E assim surge a mais linda amizade entre duas mulheres, que eu ansiava ver em um anime. Despida de qualquer rivalidade e, o melhor de tudo, despida de qualquer eventual "briga" por homem, algo extremamente raro de se ver retratado. A relação dessas duas garotas engole até os melhores casais do anime, e me deu até vontade de também ser amiga delas.



Essa história é incrível por ser um dos mangás/animes mais realistas que já vi, se não for o mais. Ninguém é  mocinho ou vilão, ninguém é perfeito, ninguém é particularmente mau. Mesmo os mais bonzinhos tem atitudes duvidosas em alguns momentos, e até os mais controversos tem momentos de doçura. As personalidades dos personagens são fascinantes, e as situações que acontecem na trama são verossímeis feito um tapa na cara. Até mesmo uma garota namorar e ter um filho com seu ídolo acaba convencendo, no contexto de Nana. E até mesmo os momentos mais tristes tem sua beleza.

A sintonia entre as protagonistas é instantânea, já que os temperamentos delas se "completam", de certa forma. Nana Komatsu, por ser carente, desde o início se empolga com a mudança e faz tudo para agradar a Nana Osaki, o que faz com que a roqueira logo dê a ela o apelido de Hachi/Hachiko (fazendo alusão ao cachorro famoso), já que a jovem é como um cachorrinho. Apesar de isso parecer pejorativo no início, o apelido pega e logo os amigos de Nana (que se tornam amigos de Hachi também) a estão chamando assim, e ela até gosta. E por falar em amigos... são eles os antigos membros da banda Blas't, da qual Nana é vocalista: Nobu, o rico herdeiro de um hotel famoso que larga tudo pelo sonho de viver da música e parte em busca da amiga para retomar a banda com ela, e Yasu, antigo líder e baterista do Blas't, que também é advogado, amigo e espécie de protetor da moça, com um amor reprimido por ela que fica subentendido desde o início. Com a ajuda de Hachi, eles encontram Shin, o baixista que ficará no antigo lugar de Ren. E com essa nova formação do Blas't, são duas as bandas de sucesso do anime. A outra é o Trapnest, banda já famosa que, além de Ren, tem a vocalista Reira (linda com suas voz e seus cachos), o estabanado Naoki e o líder Takumi.




As relações amorosas e de amizade são muito fortes em Nana, e alguns personagens são muito facilmente julgados. A mais julgada de todos sem dúvida é Nana Komatsu, a Hachi. Ela é extremamente namoradeira, considerada "fácil" e muito insegura e impulsiva, e imaginem o prato cheio que isso é para os machistas. Alguns comentários de quem assistiu chegam a dar repulsa, sempre criticando a garota por sua conturbada  vida amorosa. O comportamento dela é algo que eu não aprovo, justamente pela entrega de cabeça nos namoros e sofrimento que isso causa. Mas me dá vontade de dar uma bifa em quem chama a guria de tudo que é coisa por causa disso. Ô povo, machista, viu! A Hachi é aquela amiga que vive levando puxões de orelha da gente, mas ainda assim é uma pessoa boa e de coração puro, e não entendo porque as pessoas gostam tanto de vilanizá-la. Outros injustamente vilanizados são Shouji, o namorado de Hachi no começo da história, e Sachiko, a garota com quem ele trai Hachi. Todo mundo xingando o cara de mau caráter, todo mundo extremamente moralista, colocando a infidelidade como coisa mais horrível do mundo, como se fosse pior que bater na própria mãe, algo digno do inferno, mesmo. E todo mundo xingando a Sachiko de puta, piranha e coisas bonitas do tipo, sem nunca considerar os sentimentos dela. Ah, meu ovo... ¬¬ Parafraseando a Dani Calabresa: "santos, vocês já podem ser canonizados".



Dentre os personagens mais fascinantes e intrigantes, estão a Nana Osaki (que eu amo de paixão) e o Takumi (que eu não gosto tanto assim). Os dois são fascinantes por serem uma incógnita. A Nana, apesar de toda a sua força, de toda a sua independência, de seu jeito cool e "tô nem aí", no fundo é uma mulher possessiva (vide o cadeado que ela deu para o Ren e o ciúme inconsciente que ela sente de Hachi) e que por vezes mostra um forte desequilíbrio emocional, como quando quebra os copos ao saber que Hachi vai morar com Takumi, e quando tem uma crise e não consegue respirar, após uma discussão com Nobu. Nunca se sabe exatamente o que se passa na cabeça e no coração de Nana, e é isso que a torna uma personagem tão rica.

Já Takumi é um caso a parte. Seu destaque vem todo por conta do caso tórrido com Hachi, e é justamente por Hachi que ele - um cara que se mostra frio o tempo todo - acaba revelando uma curiosa faceta. Ele se mostra magoado ao ser "trocado" por Nobu e, no auge dessa mágoa conta ao rapaz sobre a gravidez da moça, revelando que pretende assumi-la mesmo que a criança não seja sua. Takumi causa uma raiva sem medidas em algumas cenas (principalmente porque o Nobu é um amorzinho e combina muito mais com a Hachi <3), mas em outros é fácil de se entender. Estranhamente apegado à Hachi e ao bebê que ela carrega. E vindo de uma família falida, assim como Nana. Uma garota comentou uma coisa interessante no site Anitube: Takumi é quase uma "versão masculina" da Nana. Se levarmos em conta que a ligação mais forte da Hachi é justamente a Nana e que, mesmo amando o Nobu, ela não consegue se desligar do Takumi, isso faz total sentido.





Eu poderia passar horas e horas falando/escrevendo sobre Nana, com todos os seus personagens riquíssimos e ligações fascinantes: a ligação Reira e Shin, que eu shipei muuuuito; A ligação Nana e Yasu, uma amizade misturada com amor que me fez desejar ver os dois juntos, apesar de eu ficar arrepiada com as cenas de pura paixão dela e do Ren; Junko e Kyosuke, casal de amigos da Hachi que são incríveis e verdadeiras figuras paternas para ela, em Tóquio; Não há absolutamente nada desnecessário em Nana, é aquele tipo de anime que a gente queria que passasse no horário nobre, no lugar das novelas (#Sonho). E é por esse motivo que fico tão frustada, com a falta de previsão para uma continuação. O mangá ficou em hiatus desde 2009, quando Ai Yasawa adoeceu e parou de escrevê-lo. Assim o anime também ficou sem previsão de uma segunda temporada, o que deixou eu, os fãs e toda a torcida do Corinthians arrasada. Muito triste que uma história tão fantástica fique com aquele "final sem final" do episódio 47. Então, eu faço aqui duas recomendações: 1)Assista, porque esse tem tudo para se tornar o anime da sua vida. 2)Mas assista com a consciência de que ficará frustado, quando terminar.




Tenho fé, e fico aguardando pela continuação de Nana. Com tanta coisa medíocre por aí, é um pecado que um anime como esse simplesmente não ganhe um desfecho digno.




Assista Nana aqui.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Top 5: Casais de animes - parte 2

Está chegando o dia dos namorados, aeeee! "É o amooooorrr.... ♫" Momento tia Léty cantora brega.

Ano passado, nessa época, fiz um top 5 com os casais de animes que mais balançam/balançaram meu coração. Como vários novos pares entraram na minha vida depois disso, decidi aproveitar essa época toda love pra fazer uma segunda parte da lista. Lembrando que aqui só entram casais que realmente acontecem (leia-se "nada de shippers de fã"), apreciem:

5.Himiko e Ryota (Btooom!)
Btoom! é simplesmente foda. Na história, os personagens são mandados para uma ilha deserta - um reality show arquitetado pela produção de seu game preferido, para recriá-lo. É nessa ilha que o protagonista Ryota encontra Himiko, jogadora exímia com quem jogava online e chegou a "se casar" no jogo. Himiko é uma garota sofrida, que já foi abusada diversas vezes (as cenas em que ela é estuprada são de embrulhar o estômago) e por conta disso adquire verdadeiro pavor de homens, então Ryota demora a conquistar sua confiança. Mas quando isso acontece, é mágico. Lindo casal, por mostrar uma garota tentando ser forte e guerreira apesar de todo o sofrimento, e um rapaz que, apesar de se mostrar meio escroto no início, ama e respeita a companheira de um jeito comovente. Segunda temporada, djá!

4.Hachi e Nobu (Nana)
~Apenasmente~ sofri horrores por esse casal! Nana, que é bastante conhecido, foi o último anime a arrebatar meu coração, e loguinho vai ter resenha dele por aqui. Nana Komatsu (mas podem chamar ela de "Hachi" ou "Hachiko") é daquelas personagens que despertam a raiva de muita gente, mas o carisma dela é inegável. Nobu é aquele garoto doce, nada bad boy, sofre por amor, mas isso não o torna menos irresistível. O rápido namoro dos dois foi quase um encontro de almas e acabou com ares de tragédia grega, mas eu shipo e vou morrer shippando. Tudo pode acontecer, quando Ai Yasawa retomar a história (sim, eu tenho fé).

3.Nana e Ren (Nana)
Mais um casal de Nana, e esse tem uma mulher maravilhosa dominando a bagaça, auehuahuahea! O baixista Ren é um cara bonitão, tem um charme largado, tem carisma, é uma boa pessoa, e são essas características que fazem com que não fique apagado ao lado da exuberante Nana Osaki, seu eterno amor. Nana e Ren ficaram juntos por dois anos, se separaram quando ele saiu da cidade onde vivia para tentar a sorte com uma nova banda em Tóquio, e quando se reencontraram dois anos depois, a paixão reacendeu mais intensa do que nunca. Um casal de idas e vindas, de sentimentos verdadeiros e uma relação conturbada e difícil, mas com uma química de dar inveja. 

2.Rukia e Ichigo (Bleach)
Eles são casal siiiiiim, e mais um exemplo de química arrebatadora e indescritível. A linda da Rukia Kuchiki (minha versão em anime, segundo o Cabeludo, aheuaheuahueha) é uma das melhores personagens femininas que já tive o prazer de conhecer. Ela é simplesmente incrível, galera! Quanto ao Ichigo Kurosaki...Quem gosta do Naruto Uzumaki também gosta dele, auheuhaueha. O lance é que Ichigo e Rukia brigam, se xingam, se descabelam, mas se precisarem ir até o inferno um pelo outro, eles vão. A relação entre eles é verdadeira e cativante, daquelas que te instigam a torcer pelos dois desde a primeira cena juntos. Medalha de prata pra eles. <3

1.Hinata e Naruto (Naruto)
Fala sério, gente! Tinha como o primeiro lugar ser de outro casal? Tinha como eu, narutard obcecada e NaruHina até o fim, escolher outro par? É óbvio que não, né? Aauheuahuea. Não coloquei o ninja loiro e sua Hinatinha na primeira lista justamente porque a proposta era só colocar casais "reais", e estou muuuito feliz por, um ano depois, Naruto Shippuden já ter se encerrado e os dois terem não só se casado, como terem tido dois lindos filhos. <3 Tem casal mais amor que esse, gente? Se conhecem desde crianças, ela batalhou muito pelo amor dele, ele se apaixonou de um jeito lindo (vejam Naruto - The Last, onegai) e o final levou os fãs à loucura. Por terem feito parte da minha vida durante vários anos, me feito sonhar e, no final das contas, terem realizado esse sonho, a medalha de ouro é do novo Hokage da Vila da Folha e sua Primeira Dama! ^.^


Espero que tenham gostado da lista, gente, pois eu amei fazê-la. Sintam-se a vontade para comentar e contar quais são seus casais favoritos, mesmo que não estejam inclusos nessa lista. Mais uma coisinha: já decidiram onde/como vão comemorar o dia dos namorados? Eu já: vou pro Disney on Ice com meu amor! Aguardem pelas fotos. ;)

Xoxo. :*


domingo, 25 de janeiro de 2015

Anime: Clannad

Oii!
Galera, tô aqui no finalzinho do domingo, recém chegada do trabalho e cansada pacas, mas com muito orgulho, por trazer hoje a resenha de um anime muito top! =)

Comecei a assistir Clannad sem muitas expectativas, após encontrar o link por acaso entre os comentários de outro anime (gente, eu vejo um anime atrás do outro e a grande maioria nem é citada aqui no blog, porque se fosse eu ia morrer escrevendo). Nos dois ou três primeiros episódios essa light novel da Key nem me empolgou tanto, mas assim que comecei a prestar atenção na história doce e aparentemente simples, viciei. Clannad está simplesmente acima de qualquer crítica rasa.


Há uma clara diferença entre a primeira temporada e a segunda, After Story. A primeira começa quando o protagonista, Tomoya Okasaki - um garoto, digamos assim, meio baderneiro e que não tem uma relação muito boa com o pai alcóolatra -, se dirige mal humorado para o primeiro dia de aula e no caminho conhece  a meiga Nagisa Furukawa. Ao saber que, por ter uma saúde fraca e ter repetido o último ano ela não está conseguindo se enturmar, Tomoya quebra as próprias regras e não só se aproxima da garota, como a ajuda a realizar seu maior desejo na escola: Reabrir o clube de teatro. Com um clima leve e tipicamente colegial nessa primeira temporada, porém com belas doses de drama, conhecemos um pouco as vidas dos amigos de Tomoya e Nagisa, as histórias por trás dos comportamentos de cada um deles. Também é nessa temporada que somos apresentados aos pais de Nagisa, Sanae e Akio (sem dúvida a família mais bonita, unida e divertida que já vi em um anime). Os outros personagens também são carismáticos e com personalidades bem distintas (a menina Fuko é simplesmente apaixonante), mas desde o início fica claro a quem essa história pertence. Nagisa e Tomoya são oficializados como casal nessa primeira temporada, e a segunda fase é totalmente deles.




E é nessa segunda fase, After Story, que o tom do anime muda. Apesar da comédia aparecer ainda em alguns momentos, a trama ganha mais seriedade ao mostrar os graves problemas de saúde de Nagisa e também ir um pouco mais a fundo no conflito de Tomoya com o pai. Também é nessa parte que os personagens se formam na escola, e surpreende ao mostrar o amadurecimento de Tomoya, mas não como um gênio estudioso, como acontece na maioria dos animes. Pelo contrário, ele não entra em nenhuma faculdade, começa a trabalhar duro como eletricista e passa a morar sozinho em um pequeno apartamento, com total apoio de Nagisa e não é censurado pela opção de não estudar mais. Também é nessa fase que os dois se casam - e foi particularmente aqui que meus olhinhos feministas brilharam. Akio, um pai assumidamente ciumento, trata o futuro genro com todo o respeito e, quando este pede a mão de sua filha, ele responde que essa é uma decisão apenas dela. Já casada com Tomoya, Nagisa diz que precisa arranjar um emprego e, quando ele a questiona, ela diz que não pode ficar sem fazer nada, mas que também não pretende descuidar dos afazeres domésticos. E é aí que a magia acontece: Tomoya diz a ela, com naturalidade, que também vai fazer as tarefas da casa, e que apenas ficou preocupado com a saúde dela. Percebem? O nível de maturidade do casal é admirável para pessoas tão jovens (e diferente de quase tudo que se vê em histórias assim). E o toque feminista do anime não para por aí: Quando a frágil Nagisa fica grávida, seus pais e Tomoya a questionam se ela quer mesmo se arriscar para ter o bebê, sem tratar o aborto como um tabu e nem tentar influenciá-la de alguma maneira. Ela não tem dúvida de que quer ter a criança, e suas decisões são acatadas sempre, tanto pelos pais quanto pelo marido. De manter a gravidez à forma de fazer o parto, a escolha sempre é da Nagisa, e ver um direito tão legítimo da mulher ser respeitado nesse anime foi algo que realmente me comoveu. É assim que as coisas devem ser.




No entanto, nessa fase ainda estamos bem longe de um final feliz - e para quem quiser assistir, já aviso que a partir do episódio 16 vocês vão chorar muuuuuito. É incrível a capacidade que Clannad tem de encher nossos olhos, e ao mesmo tempo de partir nosso coração. Simplesmente um dos animes mais lindos que já tive a honra de assistir. E a trilha sonora lindíssima é a cereja do bolo, combinando com a história e dando a ela o clima certo para cativar e ser apreciada.


Uma história simples e realista, que consegue nos envolver e nos fazer refletir sobre várias coisas. Assistam.



quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Anime: Steins Gate


Boa tarde! :D

A revista mais linda do mundo, a Neo Tokyo, publicou minha resenha de Lovely Complex na nova edição (101), então nem preciso dizer que tô feliz da vida, igual a pinto no lixo e me sentindo como Carrie Bradshawn u.u *pausa para ouvir as gargalhadas*. Bom, aproveitando esse momento de empolgação, hoje eu trouxe mais um anime fodástico pra vocês. ^.^

Dirigida por Hiroshi Hamasaki e produzida pelo estúdio White Fox, Steins;Gate é uma light novel japonesa lançada em 2011 e baseada no mangá de Sarachi Yomi. Nessa deliciosa história, ação, drama, romance, comédia e aventura se misturam de forma genial, criando uma trama épica do início ao fim.

(ATENÇÃO: ESSE TEXTO CONTÉM SPOILERS).


Tudo começa quando o jovem "cientista louco" Okabe Rintaro (que prefere ser chamado de "Hõõin Kyõma") e sua amiga de infância, a cosplayer Mayuri Shiina, vão até o prédio da Rádio Kaikan, a fim de assistir uma palestra sobre viagem no tempo. Lá, após uma série de eventos aparentemente sem importância, Okabe encontra o corpo de uma moça, Kurisu Makise. Durante o susto, Okabe envia uma mensagem de celular para seu outro amigo, Itaru Hashida, e algo inexplicável acontece: todas as pessoas à sua volta somem e aparecem instantes depois, mas não lembram de nada.

Como Okabe, Mayuri e Itaru (mais conhecido como "Daru") são membros e fundadores de um pequeno laboratório de experimentos científicos, logo o protagonista percebe o que aconteceu: o "Telefone Microondas", uma invenção deles, foi o responsável por enviar para o passado a mensagem que Okabe mandou para Daru, - ou seja, eles viajaram no tempo! \o/


Quando, depois do ocorrido, Okabe volta com Daru à Rádio Kaikan e encontra Kurisu Makise viva, linda e cheia de saúde, ele leva um susto maior ainda, o que intriga a garota (que obviamente também não se lembrava de nada). Kurisu, que é cientista e pesquisadora de uma universidade americana, vai atrás de Okabe no laboratório, e após discussões acaba também se tornando um membro. Com experimentos e muita pesquisa, o grupo vai explorando cada vez mais as formas de viajar no tempo - até que uma organização chamada SERN os descobre e passa a persegui-los. A partir desse ponto, que acontece no meio do anime, a ação, o drama e angústia aumentam a cada episódio, em que Okabe entra em uma corrida infinita para preservar suas descobertas e, acima de tudo, salvar as vidas das pessoas que mais ama.



Gente, eu simplesmente AMEI esse anime. Além de ser um dos mais inteligentes que eu já assisti (ficou pau a pau com Code Geass e Death Note), as pitadas de comédia e romance dão a leveza necessária para torná-lo viciante. O ritmo é muito ágil e pode ser difícil acompanhar a linha de raciocínio, mas você mergulha fundo na história assim que começa a entendê-la, e não consegue parar de assistir! =) Além de tudo, os personagens são muito carismáticos: o excêntrico e charmoso Okabe, o racker preguiçoso e pervertido Daru (todo mundo tem um amigo igual a ele. xD), a fofíssima Mayuri (inocente demais, mas é impossível não gostar dela), a bela e inteligente Kurisu, e Suzuha Amane (que foi de longe a personagem que mais me surpreendeu - assistam, e entenderão). Além desses cinco que podem ser considerados os principais, todos os outros personagens tem uma função importante na história, até mesmo os que eu tinha certeza que seriam apenas "figuração". Isso foi uma das coisas que mais adorei em Steins;Gate - tudo tem um porquê. J


E já que citei o romance... vamos falar de amor (ahém). Okabe e Kurisu, como já mencionei aqui, são o "casal oficial" da série, e combinam pra caramba. Bonitos, inteligentes e "esquisitões" à sua própria maneira, é incrível como eles ficam bem juntos, até quando estão brigando. Em um momento cheguei a desconfiar que a paixão do Okabe era a Mayuri, mas não demora muito para que ele e Kurisu assumam seus sentimentos, e protagonizem uma das cenas de amor mais lindas que já vi em um anime. Tocante. :´)



E como não é só de amor que Steins;Gate fala (ah, vá!), várias outras lições de amizade, companheirismo e persistência são passadas ao longo da trama. De uma moça vinda do futuro que viajou ao passado a fim de conhecer o pai, a um rapaz desesperado fazendo de tudo para manter a melhor amiga viva, a emoção e a adrenalina nos fazem roer as unhas e pular na cadeira, sem nunca ter certeza do que acontecerá no próximo episódio. 


Depois de uma temporada vendo vários shoujos estilo Malhação (que nem cheguei a resenhar aqui xD), assistir Steins;Gate foi uma escolha que me veio ao acaso, mas foi muito feliz. Assistam também! =)


segunda-feira, 23 de junho de 2014

Anime: Lovely Complex

Olá, galerinha!

Mais uma semana começando. Como está o inverno de vocês do Brasil afora? Aqui no Sul, o fim de semana foi ~terrível~. Eu amoooo frio, mas sabe quando está de um jeito em que você se agasalha ao máximo, e mesmo assim continua tremendo (sim, tremendo)? Foi tipo isso. Sorte que no sábado a noite fui pra casa do meu boy, e ficamos lá curtindo um bom vinho, edredom, salgadinhos e um filminho na TV. Nham! :9

Hoje trouxe pra vocês a resenha de um anime muito divertido. Será que vocês já conhecem ele? :D


Adaptado do mangá de Aya Nakahara, Lovely Complex é um anime de 24 episódios, exibido no Japão entre abril e setembro de 2007. O mangá também foi adaptado para liv-action em 2006 e virou jogo para Playstation 2 no mesmo ano - ou seja, ele é beeeem popular. Mesmo sendo uma comédia shoujo, focado em um romance juvenil com altos e baixos (sem trocadilho) e super fofinho.



Os protagonistas Risa Koizumi e Otani Atsushi são conhecidos na escola como "All Hanshin Kyojin" (apelido que os japoneses dão a parceiros comediantes com alturas diferentes), pois além de serem representantes de classe e andarem a maior parte do tempo juntos e se matando, o visual deles é bem peculiar: Risa tem 1,72 m de altura, e Otani tem 1,56 m (é nóis, Otani! o/), sendo ela bem mais alta e ele bem mais baixo que o esperado. Otani luta para ser o titular no time de basquete (e ele é muito bom!) e é muito popular entre as meninas, mas um final de namoro meio conturbado dificulta um pouco sua relação com outras garotas. Risa é o oposto: tímida, estabanada e fazendo caretas o tempo todo, ela foge do estereótipo de princesinha e é do tipo que tem vários amigos homens, mas não pega ninguém (coitada). A amizade de Risa  e Otani se consolida quando eles se unem para que Otani tente conquistar a fofinha Chiharu, e Risa tente conquistar Suzuki, e em uma ida em grupo na praia, Chiharu e Suzuki... começam a namorar um com o outro. Sim, daora a vida. Depois desse toco duplo (ou seria quádruplo?), Risa e Otani fazem uma aposta: se ele conseguir uma namorada primeiro, Risa lhe dará tênis novos; se Risa for a vencedora, Otani lhe dará o jogo que ela quiser. Começa aí um dos shoujos mais hilários que eu já tive oportunidade de assistir. xD


Risa e Otani são grandes amigos, mas formam um casal tão descoordenado que chega a ser engraçado, tão bizarro que chega a ser bonitinho. Eles não diferem muito de amigos de sexo oposto da vida real: se xingam o tempo todo, se batem e vivem fazendo piada um do outro, mas se alguém de fora se mete a besta, sai de baixo. A química entre os dois e inegável e percebida por todos que os rodeiam (afinal, eles chegam a falar e pensar as mesmas coisas ao mesmo tempo), mas Risa é a primeira a notar isso e a se perceber apaixonada por Otani - e daí em diante, a história gira em torno de uma garota fazendo de tudo para conquistar o amigo tonto, que simplesmente não se toca que é dele que ela gosta (Otani é lerdo pra ~caraleo~). Risa passa um bom tempo tomando foras, e quando ela finalmente desiste e um gatinho novo surge, Otani passa a sentir falta dela e finalmente considera dar uma chance (homens... ¬¬). Há também muito preconceito envolvido, por conta de a Risa ser mais alta que o Otani: tanto do próprio, que não consegue se imaginar namorando uma garota tão maior que ele, quanto das detestáveis pretendentes do Otani, que volta e meia soltam delicadezas do tipo "por que ele sairia com essa giganta?". Mesmo assim, o amor prevalece e nos faz pensar: Por que diabos a aparência tem tanto peso em um relacionamento? E onde está a lei que proíbe homens baixos de namorarem mulheres altas? Assistindo Risa e Otani em cenas divertidas e kawaiis, achamos esse preconceito ainda mais ridículo do que já é, pois ninguém tem tanta química com o "anão" quanto a "girafa", e vice-versa.




Acho super válido quando os animes levantam bandeiras contra algum tipo de preconceito, mesmo que de forma leve, como é no caso de Lovely Complex. E não é só no sentindo romântico pois, mesmo sendo pequeno, Otani é um exímio jogador de basquete e logo se torna capitão do time da escola. Já Risa é uma garota romântica e sensível, mas não é vaidosa como as amigas Chiharu e Noboku, e não se importa com isso: mesmo sofrendo com a indiferença cruel de Otani em alguns momentos, ela gosta de ser quem é, e jamais se humilha. Confesso que a estupidez do Otani no começo do namoro chegou a me irritar bastante, mas logo vi que não era por mal - afinal, os dois eram amigos e o garoto se acostumou a tratá-la como "um dos caras", o que é bem comum quando amigos de longa data iniciam um namoro. Mas ele gosta de verdade da moça e prova isso no final, ao perdoar de coração aberto um deslize dela. E além de se tornarem namorados, eles continuam sendo melhores amigos, se dão força em tudo e ficam super a vontade um com o outro, e acho isso lindo demais. <3



Lovely Complex é a típica comédia romântica: é entretenimento puro, é leve, é ótimo para chamar a turma para assistir e dar altas gargalhadas com a bacia de pipoca. É simples, e por isso mesmo tão verossímil, sem pataquada e retratando um típico amor adolescente. Recomendo. ;)



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