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sexta-feira, 10 de abril de 2015

Top 5: A TV da minha infância

De vez em quando me bate uma nostalgia e uma deliciosa saudade da época em que eu passava a tarde e os fins de semana assistindo TV - isso, é claro, quando eu era criança, e privilegiada com uma programação de qualidade (ao menos comparado ao que as crianças têm agora, né? Err). A internet é uma ferramenta poderosa para reencontrar/rever coisas que marcaram nosso passado, e é nessas andanças pela web que às vezes me deparo com verdadeiras relíquias da minha infância. 

Foi em uma dessas andanças que acabei relembrando dos programas que eu mais gostava de assistir, e tive ideia de escrever esse post. Espero que divirtam-se e apreciem tanto quando eu:

5. Punky, a levada da breca (Punky Brewster)

Totalmente infantil e inocente, mas com várias lições importantes. Assim era essa série americana, exibida pela NBC de 1984 a 1986. Punky é uma orfã que vai parar na casa de um velho viúvo (o senhor Arthur Bicudo, auehuheuahuehauhea) e, junto com o cachorro Pink, acaba sendo adotada por ele. Esse série foi muito marcante pra mim, gente! Eu assisti a reprise no SBT quando estava em meus 7 ou 8 anos, e a Punky era um modelo pra mim. Eu queria ser como ela, queria uma amiga como a Cátia, e achava a Margot um porre, auehuahea (e quem não achava?). Era fascinada pelo quarto todo colorido da Punky, vivia desenhando a casinha da árvore que ela e sua turma construíram com direito a elevador e tudo, gargalhava do episódio em que ela e Cátia tentam ser babás e acabam trocando de bebê na pracinha (!), e ficava impressionadíssima com dois episódios em especial: um em que um grupo de garotas oferecia drogas às crianças protagonistas, e um que Cátia fica presa em uma geladeira velha(?!) e quase morre. Levei pra vida a cena das meninas fazendo primeiros socorros nela, hehehe.



4. Três é demais (Full House)

Classicão! A trinca de irmãs + a trinca formada pelo pai das meninas, o tio e o amigo formou uma das famílias mais divertidas da história das famílias divertidas. Quando comecei a assistir, as gêmeas Mary Kate e Ashley Olsen já estavam mocinhas (elas são só cinco anos mais velhas que eu), mas como era criança eu não tinha tanta noção do quanto o seriado era antigo. Mas pra mim, que era filha única, era fascinante ver as brigas e ao mesmo tempo o amor que reinava entre as irmãs. A fofíssima Michele, a chatíssima Stephanie e a primogênita D.J. eram minhas companheiras de almoço após chegar da escola. E o tio Jesse foi um dos primeiros caras que me fizeram achar um homem extremamente gato, auehuahehauea. Saudade. <3



3. Blossom (Blossom)

Na categoria seriado que assisti por mais tempo, esse com certeza empatou com o do primeiro lugar  - e eu já shipava Joe e Six antes mesmo de saber o significado de "shipar", auehuaheuhaea. Interpretada por nossa querida Amy Farrah Fowler quando guriazinha, Blossom é uma adolescente que tem sua vida mostrada para nós em um período mais ou menos dos 15 aos 18,19 anos, é inteligente, sarcástica, faz uma dancinha muito louca, tem uma amiga mais doidinha que ela (Six), um irmão meio burrinho mas muito lindinho e legal (Joe), um irmãozão mais velho que enfrenta problemas e nos ensina a ficar longe das drogas e do álcool (Tony), um pai gaaaaato, uma mãe ausente, e episódios com todo tipo de conflito: desde a primeira menstruação da Blossom ao primeiro encontro, ao namorado, à competição entre amigas, à convivência com uma madrasta e à dúvidas com relação ao futuro. Um seriado deliciosamente vida real. Até hoje paro para assistir alguma reprise, quando meu tempo livre coincide com ela. ^.^



2. O Fantástico Mundo de Bobby (Bobby's World)

É extremamente marcante e foge dos clichês de sempre, e por esse motivo foi o único desenho que escolhi para incluir nesse post. Bobby, um garotinho de quatro anos com uma grande imaginação (daí o nome do desenho) é uma criança adorável, caçula da família e vive "fazendo arte", mas faz isso sem maldade nenhuma. O desenho mostra uma típica família americana (mamãe, papai, uma filha, dois filhos, cachorro e tio engraçadão), mas seu grande diferencial para os outros desenhos do tipo é justamente a inocência. É encantador, nos dias de hoje, rever um desenho sobre uma criança e para crianças, com os conflitos e a simplicidade da infância, e situações que rendem boas gargalhadas, sem duplo sentido - as coisas realmente são o que parecem, e ponto. E ainda tem algo que poderia ser detalhe, mas acaba sendo uma das melhores coisas da série: a abertura "psicodélica", com a música contagiante e o Bobby  viajando na maionese. xD

Levanta a mão quem assiste essa abertura e lembra de O Iluminado. o/

1. Um maluco no Pedaço (The Fresh Prince of Bel-Air)

O motivo de esse seriado do Will Smith ter ficado com a medalha de ouro é... cresci vendo isso, carai! E amoooo essa série, ela é atemporal, todos os personagens têm personalidade própria, o contraste/rivalidade/amizade entre o Will e o Carlton é sensacional, há cenas comicamente absurdas (quem não rolava de rir quando o Jess era jogado porta a fora pelo "Tio Phil"?), tem um mordomo sarcástico que merecia um seriado só para ele, e, melhor de tudo: quem assistiu, mesmo fora do tempo, cresceu e amadureceu junto com a família da série. É muito legal, por exemplo, ver a Aslhey (a caçula) crescendo junto com sua intérprete (Tatyana Ali, linda). E o mais legal de tudo - e quem também viu todas as temporadas provavelmente vai concordar - é que o respeitado ator Will Smith nunca mais deixou de ser aquele garoto pobre que vai morar com os tios ricos, independente dos vários papéis diferentes que interpreta. Toda vez que vejo o Will já quero saber da Hilary, do Carlton, da tia Vivian, de todo mundo. auehaueuaea. Bom demais! <3



É isso, galera linda. Que delícia fazer esse post e rever essas openings, que coisa linda! Devo ter deixado muita coisa legal de fora, mas a verdade é que essa lista ficou bem pessoal, com os programas que eu mais amava e mais me marcaram. E vocês? Qual seriado/desenho mais marcou a infância de vocês? Comentem e me contem!


(Menções honrosas: Tom & Jerry, Pica-pau, Corrida Maluca e Chaves. Esses são tão clássicos e atemporais, que nem senti necessidade de colocá-los na lista. xD )

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Série: Chaves




Tá, gente, todo mundo conhece essa série, portanto fazer uma resenha dela e perguntar quem já assistiu seria descabido. Mas, com licença? Chaves fez parte da minha infância tanto quanto os desenhos Pica-pau e Tom & Jerry, e acho que simplesmente devo uma homenagem ao Bolaños, agora que ele se juntou à seu Madruga, Dona Clotilde, Jaiminho e Godinez, e foi morar no andar de cima (sniff). É com muita emoção, que agora escrevo sobre esse mito, um dos seriados mais incríveis de todos os tempos.



A série mexicana El Chavo de Ocho (Chaves no Brasil) foi criada por Roberto Gómez Bolaños, produzida pela Televisa e exibida pela primeira vez em 1971. A comédia, que mostra o garoto com apelido de Chaves interagindo com seus vizinhos e amigos e criando várias situações hilárias, obteve índices de audiência altíssimos, chegando a ser assistido por mais de 350 milhões de pessoas por semana, em 1975. Muito do sucesso se deve às personalidades marcantes e distintas que Bolaños deu a cada personagem, aos bordões que "pegam" feito hit de verão e às piadas simples, pastelão e sem o mau gosto que permeia as comédias de hoje em dia oi, Zorra Total.

O seriado foi produzido até 1980, mas permaneceu como um quadro do programa Chespirito (também de Bolaños) até 1992. No Brasil, é exibido até hoje pelo SBT, e há mais de trinta anos é um dos campeões de audiência da emissora.

Chaves, atemporal e acompanhando a era meme.

Sr. Madruga, também conhecido como "maior troll de
todos os tempos".


São muitos os fãs de Chaves espalhados pelo mundo - o suficiente para que uma verdadeira multidão fantasiada de Chaves e Chapolin - outro personagem de Bolaños - acompanhasse o funeral do criador, fazendo uma imagem belíssima e emocionante. De verdade, escorreram lágrimas dos meus olhos quando vi aquilo, e fiquei pensando no quão grande uma pessoa precisa ser, para gerar tamanha comoção. Mas é fácil entender a popularidade desse artista, ao lembrar da minha saudosa infância, da época em que eu chegava da escola, largava a mochila e me jogava no sofá pra assistir os desenhos, o seriado Punky - a levada da breca, e em seguida Chapolin e Chaves. E isso deixa meu coração apertadinho, dá um sacode parecido ao que tive quando meus avós faleceram, esse ano: é a vida adulta nos dando um sonoro tapa na cara, levando os itens mais marcantes da nossa infância e nos fazendo perceber que o tempo passa, queira a gente ou não. Isso dá um bom material para reflexão, não dá?



Eu poderia passar mais umas duzentas horas aqui escrevendo sobre o quanto essa série foi importante pra mim, o quanto Bolaños é uma inspiração, o quando eu dava(dou) risada dos episódios e o quanto eu amo o Quico e o finado Seu Madruga, mas sendo Chaves a praticamente unanimidade que é, isso seria desnecessário. Então vou fazer algo diferente: vou falar dos bordões, ir escrevendo conforme eu me lembrar, e ao mesmo tempo ir caçando outras frases marcantes de personagens que rolaram ao longo do seriado, e ao longo de esquetes do Chapolin. Ao final do post, vocês saberão quais frases eu lembrei, e quais ao achei no São Google:

1)"-Eu prefiro morrer do que perder a vida." (Chaves, em brincadeira de "Guerra dos Farrapos" com o Quico).
2)"-Chiquinha, o que você tem nas mãos?"
 "-Dedos."
 "-E o que você tem nos dedos?"
 "-Unhas... e nas unhas, sujeiras, e nas sujeiras, micróbios, e nos micró..."*interrompida*( Diálogo entre Chiquinha e Seu Barriga - ou Professor Girafales, não tenho certeza -, enquanto ela tentava esconder algo dele).
3)"-Sente-se mal?" (vários personagens se dirigindo ao Seu Madruga, em um episódio em que este estava deprimido. As perguntas faziam ele se sentir ainda pior).
4)"-Hã... Preso? QUERO VER MEU ADVOGADO, QUERO VER MEU ADVOGADO!" (Seu Madruga, "viajando" após ser nocauteado por Dona Florinda e confundir as barras da escada com grades de uma prisão).
5)"-Ele rouba as suas meias sem mexer nos seus sapatos." (personagem de Florinda Mezza em um episódio de Chapolin, sobre um bandido "perigosíssimo" que o herói precisava capturar)
6)"-Eu sou a flor silvestre que perfuma os campos". ("senha" que criminosos usaram em Chapolin, para passar adiante uma boneca "batizada").
7)"-Eu prefiro evitar a fadiga." (o sensacional carteiro Jaiminho. Eu adorava ele. =) ).
8)"-Óh, querido esposo, o que disse que disseste que dizia a carta?"
   "-Óh, querida esposa, é algo terrível!" (Chiquinha e Nhonho, durante encenação de teatro do Festival da Boa Vizinhança).
9)"-No dia em que você trabalhar na televisão, terá que trabalhar em cinco canais ao mesmo tempo." (Chaves, trollando o Nhonho).
10)"-Tesouro, se a gentalha vai para Acapulco de mala, nós também vamos!" (Dona Florinda falando com o Quico, recalcadíssima ao saber que Seu Madruga e Chiquinha haviam ganhado a viagem em uma promoção).
11)"-Isso me dá coisas." (bordão do ilustríssimo Doutor Chapatin).
12)"-PÉPE, JÁ TIREI A VELA!" (mais um hilário episódio do Chapolin).
13)"-Senhor Madruga, o senhor gosta de coxinhas bem gordinhas?"
     "-Sim, mas tem que ser magra de cintura." (Dona Clotilde falando de frango assado - a comida, seus maliciosos - , e Seu Madruga entendendo outra coisa).
14)"-Na escola as crianças vivem rindo de mim, dizem que eu tenho bochechas do tamanho de laranjas...
     "-Ah, é? Pois então diga para eles irem à feira e verem que laranjas não são nem a metade!" (diálogo entre Quico e Dona Florinda, exemplo de mãe incentivadora).
15)"-Como se diz leão em inglês?"
     "-Lion."
     "-Muito bem. E gavião?"
     "Gaviaion." (Quico, arrasando no inglês durante a aula do professor Girafales).
16)"-Diga, Godinez, em quantas partes se divide o crânio?"
     "-Bom, depende do tamanho da cacetada." (mais uma aula do pobre Professor Girafales).
17)"Qual o animal que come com o rabo? Todos, pois não podem tirar o rabo para comer." (Chaves, criando uma das melhores piadas de todos os tempos).
18)"-Chaves, pegue um balde, rápido!"
     "-Serve vermelho?"
     "-Serve!"
     "-Mas não tem vermelho!" - (Chaves, trollando a Dona Florinda na hora de aparar as goteiras da casa).
19)"-Chiquinha, qual de nós dois é o mais inteligente?"
     "-Mais inteligente ou menos burro?" (a ácida Chiquinha, sempre coerente quanto às habilidades intelectuais do Chaves e do Quico).

Chega, né galera? Se eu colocar todas as frases marcantes de Chaves/Chapolin aqui, teremos um post em formato de bíblia, auehauehuaheuaheuhaea. Fica aqui meu carinho e saudade por essa época deliciosa, que não volta mais. Obrigada por tudo, Roberto Bolaños!



*Da 1 à13, e mais a 19, são todas frases/diálogos que lembrei só de puxar um pouco da memória. Da 14 à  18, frases que relembrei através do blog SonhosBr.


sexta-feira, 16 de maio de 2014

Série: Friends

No início desse mês, completou-se dez anos desde o fim de uma das séries mais importantes da minha pré-adolescência. Uma série que me lembra minha fase de guria retardada garotinha romântica, que sonhava com a idade adulta e com uma casa cheia de amigos e bagunça (esse sonho eu realizei. Ahém).

Caso você  não esteja entendendo de que série estou falando porque é alienígena , seja porque nunca ouviu falar, ou não gostava, ou é velho ou jovem demais para ter sido contaminado por essa febre, explico: Estou falando de nada mais, nada menos que Friends! \o/ *aplausos*



Criada por David Crane e Marta Kauffman, a série foi apresentada entre setembro de 1994 e maio de 2004, se passava em Nova York e girava em torno dos amigos Rachel Green (Jennifer Aniston), Monica Geller (Courteney Cox), Phoebe Buffay (Lisa Kudrow), Joey Tribbiani (Matt Le Blanc), Chandler Big ( Matthew Perry) e Ross Geller (David Schwimmer). O grande barato dessa turma é o fato de eles serem normais sem serem clichê, e ao mesmo tempo cheios de problemas (alguns mais e outros menos), porém de um jeito extremamente divertido e leve. Você assiste e "entra" tanto nas tramas, que acaba também se sentindo meio "amiga" deles, se torna parte daquilo tudo. xD

Na primeira temporada os personagens são apresentados: Após abandonar o noivo no altar, Rachel se muda para o Central Park e passa a dividir apartamento com a amiga Monica. Enquanto isso Ross, seu amigo e irmão de Monica, tenta sem sucesso revelar que a ama, ao mesmo tempo em que precisa lidar com um divórcio da esposa lésbica e grávida dele. Joey é um ator lutando para conseguir espaço e emplacar na carreira, a excêntrica Phoebe (que foi moradora de rua antes de conhecer seus amigos) trabalha como massagista e Chandler, o personagem mais cômigo da série, termina com a namorada Janice. Também é Chandler que dá o pontapé inicial no relacionamento de Ross e Rachel, ao revelar acidentalmente que o amigo a ama.

A série teve um total de dez temporadas e, só pra resumir tudo o que aconteceu nesse tempo (porque se eu contar tudo serão mais dez anos xD): Joey consegue um papel em uma novela e chega a namorar uma parceira de cena, durante algum tempo ; Rachel e Ross começam um namoro de idas e vindas, e têm uma filha em uma época em que estão separados ; Phoebe descobre que, além da irmã gêmea Ursula (as duas se odeiam), tem um meio-irmão, e posteriormente ela serve como barriga de aluguel dele e da esposa e dá a luz a trigêmeos ; Monica e Chandler se apaixonam... enfim, é muuuuita coisa para ser espremida aqui, então se existe alguma alma viva que não tenha assistido a série ainda, assista! ;)


Lembro que comecei a assistir quando a série já estava na oitava temporada (afinal, em 1994 eu só tinha 3 anos D: ), mas me encantei tanto que tratei de achar as temporadas anteriores (o que na época não era tão fácil como é agora). Foi minha entrada para o mundo dos seriados, e o motivo de eu não gostar de seriados juvenis - afinal, se eu estava na pré-adolescência e assistia uma comédia adulta, é óbvio que eu nunca mais ia achar graça em menos do que aquilo, hehehe. O legal é que minhas amigas da época também adoravam, e a série acabava sendo um dos nossos assuntos principais junto com Malhação




Algumas curiosidades sobre Friends:

*A cena do parto de Rachel - que foi uma das maiores audiências da série -  foi inspirada na história da própria produtora de Friends, Marta Kauffman. Rachel passou mais de 20 horas em trabalho de parto e demorou a escolher o nome da filha, assim como Marta;
*Inicialmente, o papel de Rachel seria de Courteney Cox, mas a atriz pediu para interpretar Monica e foi atendida. Já Jennifer Aniston ganhou o papel de Rachel após se encontrar por acaso com Marta e implorar por uma chance;
*Chandler foi o personagem mais difícil de escolher um ator. Embora Matthew Perry tenha sido um dos primeiros interessados, ele estava comprometido com outro programa na época, o que fez a produção testar mais vários atores. Nenhum agradou, e mesmo quando outro foi escolhido, Matthew ficou na reserva. Para a sorte da série, o papel acabou sendo dele;
*"How you doin?", o famoso bordão de Joey, não foi pensado para ser um bordão. Mas na primeira vez em que Joey disse a frase, a plateia riu tanto que aquilo acabou virando uma marca registrada do personagem;
*O casal Chandler e Monica foi outra coisa que cresceu graças ao sucesso que fez com o público. Inicialmente eles apenas passariam uma noite juntos, mas agradaram tanto que a produção decidiu fazê-los se apaixonarem de verdade;
*As reuniões para decidir os rumos da trama tinham uma regra: Todos os personagens precisavam ter o mesmo destaque, sem que nenhum se sobressaísse e se tornasse mais "protagonista" que os outros.



E aí, gente, ficaram com vontade de assistir Friends? Ou de assistir novamente? :D

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Marian Keyes e as irmãs Walsh

Olá, meus lindos!
Como estão indo de semana? E o finde, como foi? O meu foi ótimo! Rolou a festa de aniversário do BFF, levei uma toalha do Dragon Ball pra ele (pirou, claro. xD) e foi divertidíssimo ver os meninos dançando Gloria Gaynor, auhsuahsuahushuasuausa! Além das coisas divertidas, o BFF aniversariante me derrubou tentando dançar algo parecido com Tango. Err. Ainda bem que nesse momento estávamos dentro de casa.

Ok, mas vamos ao assunto de hoje! Quem me acompanha a algum tempo sabe que eu tenho predileção por literatura de mistério, suspense, terror, fantasia e coisas do tipo. Mas existe uma escritora que me faz abrir uma exceção e encarar comédias românticas: É a irlandesa Marian Keyes, que há alguns anos atrás estourou com o livro Melancia e nunca mais parou. Keyes tem um estilo de comédia romântica sem ser muito meloso, mas sim escrachado e com muita pimenta, e foi através desse primeiro romance que nós conhecemos as lindas, malucas e divertidíssimas irmãs Walsh, além de seus pais meio neuróticos (e como não ser, tendo cinco filhas mulheres dentro de casa?). Já li todos os livros já traduzidos sobre essa família, e agora vou contar um pouquinho sobre cada um.


1. Melancia

Claire Walsh, a primogênita, acabou de ter um bebê e está feliz da vida com a pequena Kate nos braços, quando explode uma bomba: Seu marido, James, revela que estava tendo um caso com a vizinha - também casada - há mais de seis meses. Abandonada em plena maternidade, Claire volta para a casa dos pais e vive a depressão pós-parto juntamente com a dor de ter sido traída - passando os dias de pijama e com muita bebedeira - até que começa a melhorar e conhece o lindo Adam, colega de Faculdade de Hellen, a irmã caçula. Discussões a respeito de perdoar ou não perdoar uma traição, além das dificuldades de uma mulher se reconhecer como mãe e voltar a ter vida social após ter filhos fazem parte desse primeiro e delicioso romance, com um final "libertador" para muitas mulheres que vivem/viveram uma situação parecida.

2. Férias!

Rachel, a terceira filha do casal Walsh, mora em Nova York e tem um estilo que podemos chamar de "Vida Loka": Muitas festas com Brigit, a colega de apartamento, responsabilidade nenhuma em seu emprego e muito álcool e drogas, sempre acreditando que não é uma viciada. Quando começa a abusar a ponto de sofrer uma overdose e quase morrer, Rachel perde o namorado, Luke, e é levada praticamente a força pela família para uma Clínica de Reabilitação, que ela pensa ser como um SPA - mas se engana redondamente, pois a rotina do local é duríssima. Aqui, além da dependência química, também vemos as fragilidades e dificuldades das relações familiares, ciúme entre irmãs, e uma mensagem do quanto as drogas atrapalham a vida de uma pessoa, já que a pobre Rachel precisa recomeçar tudo do zero, depois de se curar. Um dos mais divertidos da série.

3. Los Angeles

Margareth, também conhecida como Maggie, é a segunda filha e totalmente oposta às irmãs - enquanto Claire, Rachel, Anna e Hellen tiveram uma juventude cheia de farra e "pulando de cama em cama", como a própria personagem definiu, ela faz o tipo certinha, que se casou bem  jovem com o primeiro namorado e vive uma vida pacata e caseira. Quando diversos problemas se abatem sobre seu casamento e toda a sua vida profissional e pessoal, Maggie joga tudo para o alto e vai passar uns tempos com Emily, sua melhor amiga de infância que é roteirista de cinema e vive uma vida tão glamourosa quanto trabalhosa em Los Angeles. Livre, nossa heroína anseia por experimentar tudo que não aproveitou na adolescência e se diverte loucamente, tanto indo à festas cheias de gente famosa e afetada, quanto tendo sua primeira (e provavelmente única) experiência homossexual. Falando de um jeito leve e humano sobre as situações difíceis que Maggie enfrentou, essa história surpreende ao mostrar que até a mais boazinha da família pode ser muito interessante.

4.Tem Alguém Aí?

Embora seja tão leve e arranque tantas gargalhadas quanto os outros da série, esse romance é sem sombra de dúvidas o mais comovente de todos. Bem mais à frente no tempo que seus antecessores, a história mostra a quarta filha, a hippie doce e maluquinha Anna, já mais velha, madura e trabalhando em um emprego dos sonhos em Nova York, quando uma desgraça se abate sobre sua vida: um trágico acidente de trânsito mata Aidan, seu marido e grande amor. O início não deixa claro o que realmente está acontecendo com a moça, e o motivo de seu sofrimento - ou seja, a viuvez recente - só é revelado no final da primeira parte. Fiquei chocada e extremamente condoída com a dor da Anna, pois já havia me acostumado com as adoráveis maluquices dela nos livros das irmãs e jamais imaginei a menina em uma situação tão difícil. Essa história tem momentos engraçados de Anna tentando interagir com os amigos sem seu companheiro, se sentindo sozinha no apartamento do casal e, também discute o papel da família em um momento de tanta dor para um de seus membros. História linda e com uma mensagem de otimismo, prepare-se parar rir muito - e chorar, também.




E a Hellen?

Como fã de carteirinha da Família Walsh, assim que terminei o livro da Anna fui imediatamente em busca do narrado pela irmã caçula - a linda, sensual, sarcástica e surtada Hellen. Para minha infelicidade, descobri que o livro já foi lançado, mas ainda não chegou ao Brasil: A história se chama The Mystery of Mercy Close e provavelmente é o último da série. Pelo pouco que li sobre ele por aí, mostra a Hellen já mais velha, bem sucedida com sua agência de detetives (sim) e às voltas com um caso de desaparecimento e um amor do passado que volta à sua vida. Essa é a capa que vêm sendo divulgada:

Bem diferente das outras, né?

Ler esses livros da Marian valem muito a pena, mesmo para quem não é chegado em comédias românticas. Além de serem uma excelente fonte de inspiração para quem gosta de escrever, como eu, suas heroínas estão longe de serem mulheres perfeitas, muito pelo contrário: elas são cheias de dúvidas e defeitos, têm uma família tão confusa quanto qualquer família grande, e enfrentam barras que podem ser enfrentadas por qualquer um de nós. É isso que as torna tão humanas e nos dá a sensação de conhecê-las de verdade. É impossível não rir junto, chorar junto e torcer por elas. Se jogue também nas aventuras das irmãs Walsh! ;)


PS: Alguém aí notou a barrinha "Me Encontre", lá em cima? Lá estão os links para que você, leitor que caiu de pára-quedas aqui no Blog enquanto procurava alguma outra coisa (ahém) possa me conhecer melhor. E se você já me segue aqui, mas ainda não me tem nas outras redes sociais, também sinta-se à vontade para me adicionar/seguir. Vai lá, eu juro que sou legal! \o/

Beijinhos. :*

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Série: The Big Bang Theory

Boa tarde, genteeee!!!
Por favor, não me atirem pedras pela demora! Eu sei que sempre digo que o trabalho tá a todo o vapor, que a Faculdade tem me tomado bastante tempo blá blá blá, Wyskas sache , mas é a pura verdade! Tenho um trabalho sobre Madame Bovary, do Flaubert, pra apresentar no final de abril, e ainda não dei jeito nem no rascunho. Sem contar as provas das demais cadeiras. Help-me! (mas é fato que tô adorando isso tudo).

O post de hoje é muito especial, pois vou falar de The Big Bang Theory, uma série que adoro não só por ser divertida, mas também porque vive unindo ainda mais eu e meus amigos: Coisa mais normal do mundo é ver todo mundo em volta do computador, dividindo batatas fritas e cerveja e gargalhando alto com as confusões de Sheldon e sua turma. xD


Criada e produzida por Chuck Lorre e Bill Prady, The Big Bang Theory é situada na Califórnia e traz como enredo a amizade, as nerdices e a vida social (ou melhor, a falta desta) do físico teórico Sheldon Cooper e do físico experimental Leonard Hofstadter, dois prodígios da Caltech que dividem um apartamento do outro lado do corredor da linda Penny, uma garçonete com aspirações para o show-biz. Fechando o grupo, estão Howard Wolowitz e Rajesh Koothrappali - amigos e colegas de trabalho de Sheldon e Leonard, e igualmente nerds, - Amy Farrah Fowler (Blossom! :D) - uma neurocientista que surge pela primeira vez no último episódio da terceira temporada e se torna o "par romântico" de Sheldon, - e Bernardette Rostentowiski - uma microbióloga que passa a fazer parte do elenco principal ao se casar com Howard, a partir da 4ª temporada.






Sensacional e cheia de personalidade, a série consegue satirizar o universo nerd como um todo (não só em relação ao QI dos personagens, mas também com o fanatismo deles por Star Wars, Senhor dos Anéis e afins) sem ridicularizá-los, e seus personagens, apesar de caricatos, são cativantes. Com uma inteligência típica do tema proposto, The Big Bang Theory tem humor ácido, diálogos astutos e dá verdadeiras aulas de Ciências em alguns episódios, sem ser nada entediante (e não estou sendo sarcástica).

Todos os personagens tem seu jeitinho próprio: Penny, com seu bom senso e traquejo social, no meio daquele bando de doidos (Err). Leonard, com seu jeitão sério e até charmoso em certos momentos (acho que vou ser zoada por ter escrito isso). Rajesh, engraçadíssimo ao "travar" na frente de mulheres. Howard, esquisitão e sempre arrancando gargalhadas por seu "complexo", já que é o único do grupo que não tem doutorado. Bernardette, toda meiga e delicada, mas se transformando em uma verdadeira leoa ao se irritar. Amy, que consegue ser musa e amada mesmo usando óculos de grau e roupas largas. E por fim, o inacreditável Sheldon - esse o melhor de todos, pois consegue ser um verdadeiro gênio e ao mesmo tempo ser infantil, neurótico, sarcástico ao extremo, sem tato nenhum, e ainda assim ser um doce, idolatrado por 99% dos fãs da série.


Algumas curiosidades:

*O primeiro episódio foi produzido em 2006, mas não foi aprovado. Revisado pelos produtores, foi desenvolvido novamente e aprovado em 14 de maio de 2007. A série estreou em 24 de setembro deste mesmo ano.
* David Saltzberg, professor de Física e Astronomia na Universidade da Califórnia, revisa os roteiros e fornece equações matemáticas, diálogos e diagramas usados como adereços.
* A música-tema, "The History Of Everything", descreve o desenvolvimento do Universo e as mudanças que a Terra e os seres vivos sofrem desde o início dos tempos. Foi escrita e gravada pela banda canadense Barenaked Ladies.

Fica a dica para quem gosta do humor sarcástico, inteligente e que foge totalmente dos clichês americanos. Sou orgulhosamente viciada em The Big Bang Theory, e ainda quero ter um terço da mente brilhante de seus protagonistas. (Sheldon diz: -Sonha).



(Fonte de pesquisa: Wikipédia.)

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Twilight: Adoração e Polêmica

Boa tarde!
Lady L acabou de recomeçar a semana, após um feriadão maravilhosamente divertido (rsrsrs, 666'). Sei que meu assunto de hoje não vai agradar todo mundo, hehe. Mas por ter sido uma adolescente apaixonada pela Saga Crepúsculo, acredito que é meu dever fazer esse post.

Sábado assisti o tão esperado Amanhecer - Parte 2 com uma amiga (hehe, nenhum dos meus amigos homens quis assistir xD). Não posso falar muito dele, pra não dar spoiler, então vou falar um pouquinho de cada filme, ao invés de fazer uma resenha, ok? Vamos lá:







De todos os cinco filmes, Crepúsculo (2008) é o mais infiel ao seu livro. Tanto que os fãs que já liam os livros chegaram a sentir raiva do que viram nas telonas. Bom, quando vi o filme ainda não conhecia os livros, então não fiquei com raiva. Err. Bom, o que dizer desse longa? É bonitinho, na época eu fiquei encantada, fascinada. Ah, eu tinha 17 anos, gente! E eu tenho a mesma idade da Kristen Stewart, me parecia bastante com ela na época (meus colegas me chamavam de Bella xD), e ainda julgava estar vivendo um amor eterno. Hihi. Foi após assistir, que me interessei pela história e saí em busca das histórias da Stephenie Meyer. Em menos de um ano, eu já havia lido todos xD .


Em 2009, Lua Nova chegou arrastando multidões para o cinemas do mundo todo - e, esse sim, é  bem fiel ao livro. É nessa segunda parte que Bella se aproxima de seu PA melhor amigo, Jacob Black. O longa é bastante melancólico, mas Kristen mandou bem: Pude praticamente sentir na minha própria pele a dor que consumia sua nada sensata personagem. O que destaco nesse filme é o primeiro aparecimento dos lobos. A cena em que os rapazes aparecem, totalmente transformados nos enormes (e lindíssimos) animais, me deixou extasiada. E admito que até hoje fico assim quando eles surgem, grandes e imponentes. :D


Eclipse chegou em 2010, e eu o considero o mais fraco de todos. Não que ele seja ruim - não é, ele é bem fiel ao livro e a cena de ação no início ficou super legal. Taylor Lautner e Robert Pattinson mostraram ótimos trabalhos, e a cena em que Edward pede Bella em casamento, ajoelhado e tudo, é linda o suficiente para derreter o coração até das mais duronas (oi. o/). Destaco aqui as divertidas cenas em que Charlie (o sempre excelente Billy Burke) tem uma "quase" conversa constrangedora sobre sexo com a filha, Bella, e a famosa cena do trio principal dentro da barraca, com Bella dormindo e seus dois pretendentes tendo um diálogo no mínimo, inusitado. O que avacalhou com o filme foi a cena da morte da vampira Victoria (Bryce Dallas Howard). #VergonhaAlheia.


A decisão de dividir o último - e gigantesco - livro em dois filmes foi sábia. Em Amanhecer - Parte 1 (2011), o casamento foi lindo, e Bella se despedindo do pai conseguiu me levar às lágrimas. E aqui, mais uma vez, os lobos (os animais mesmo, hehe) me deixaram dando gritinhos de adoração (se esconde, Letícia. ¬¬). Vê-los "discutindo", e Jacob abandonando a matilha para não ir contra Bella e os Cullen foi emocionante, e a cena foi muito bem feita. Robert Pattinson falando em português levou a platéia às gargalhadas, apesar de a cena ser dramática. Achei que a sofrida gravidez de Bella poderia  ter sido mais explorada, e a cena do parto foi brutal e assustadora, mas foi ótima. O clipe na cena final, que mostrou a protagonista se tranformando aos poucos em vampira, e mais imagens com lembranças da vida dela, ficou belíssimo e incorrigível.





E quinta-feira, 15 de novembro de 2012, tivemos a estréia mundial de Amanhecer - Parte 2. Tô até agora meio tonta com esse filme, mas não posso falar muito dele, porque muita gente ainda não assistiu. Mas uma coisa posso dizer: O diretor Bill Condon mandou muuuuuuito bem! O filme foi todo muito bom, mas a cena da batalha, completamente diferente do que estava no livro, ficou surpreendentemente forte para o estilo da saga, e conseguiu me deixar gelada até os ossos! Para quem acompanha desde o início e tem carinho por todos os personagens, vê-los naquela situação é doloroso e aflitivo. O desfecho vai deixar muita gente irritada mas, para os fãs, o alívio vai compensar a trollagem. E se você não está entendendo, é porque não assistiu ainda, então não posso escrever mais nada! xD


Aqui vou deixar uma visão minha sobre Twilight: Acho injusto compará-lo com Harry Potter, com Anjos Da Noite, com qualquer gênero que não tenha o mesmo foco principal: O romance. Concordo que é tudo muito fantasioso e açucarado, mas é porque é uma história tipicamente juvenil, sem pretensões de parecer suspense ou terror. Hoje em dia não sou nem de longe a fã que eu era - até porque meu escritor favorito no momento é o Stephen King, que engole a Stephenie Meyer (coitada). Mas, mesmo assim, sempre vou ter carinho pela saga, pois, querendo ou não, ela fez parte da minha vida, os livros, os filmes, me acompanharam no meu amadurecimento, mesmo tendo se tornado menores para mim, com o tempo. A controversa história vai ter um lugarzinho guardado no meu coração sempre, mesmo que eu seja xingada e zoada por isso. xD

Beijos. :*

terça-feira, 18 de setembro de 2012

*Série: Mission Hill*

Boa tarde, amores!
A pessoa que vos escreve tem duas coisas a dizer: A primeira é que estou quase me afogando nas chuvas aqui do Sul (Sushauhsuua, mas tudo bem, eu gosto de frio e chuva. ~le estranha~). A segunda é que estou muito, mas muito P* da vida, porque dia 4 de Outubro tem show de ninguém menos que o Evanescence em Porto Alegre - tipo, do lado da minha cidade - e não poderei ir, simplesmente porquê tô ruim de dinheiro. E ainda dizem que a minha vida é fácil, tsc. Ahém.

Bom, vamos ao que interessa e o resto não tem pressa. Eu ia escrever sobre outra coisa, mas hoje, sei lá porque diabos, acordei pensando na série animada Mission Hill. Pra quem não conhece, ela é estadunidense, foi ao ar pela The WB Television Network em 1999, e teve apenas 13 episódios. Eu assisti essa série no SBT de madrugada, há uns 3 ou 4 anos atrás, e adorei.





É um desenho animado indie sobre os irmãos French. O mais velho, Andy, um jovem cartunista que trabalha numa loja de camas d'água, mas procura ganhar a vida com seus desenhos. Seu irmão mais novo é Kevin, estudante dedicado que sonha em entrar na famosa universidade Yale. Eles e mais dois amigos de Andy, Jim Kuback e a macrobióta Posey Tyler, vivem em um apartamento. Kevin paga a escola com o dinheiro dos pais que moram em outra cidade. Junto com eles vive ainda o cão de Andy, Sapatão (isso mesmo), que, entre outras coisas, come o sofá em um episódio, e vive babando, em todos (mas até que ele é fofo xD).


A história se passa na cidade fictícia de Cosmópolis, mais precisamente no bairro Mission Hill, que dá nome à série. O que mais me chama atenção nesse desenho, e o que torna ele mais legal, na minha opinião, é que aborda várias "tribos" diferentes. Tem góticos, hippies, indies... além dos tipos socias "modernos" para a época em que foi produzido, como gays, viciados, macrobióticos... lembrem-se: 1999 não era lá tão liberal na programação juvenil. E nesse série também se encontram referências ao mundo pop alternativo - musical e cultural - da geração MTV. Utilizando grandes doses de humor negro, a história mostra como é duro o caminho até a vida adulta, o que faz com que seja facilmente enquadrado na vida de muitos jovens de qualquer nação globalizada.


Criada por Bill Oakley e Josh Weinstein - ex-produtores de Os Simpsons - e pela designer artística Lauren MacMullan, Mission Hill é reconhecido estilisticamente pela paleta de cores claras e tons em neon, criando uma combinação de animação moderna com desenhos cartoon. A série tem sido popular também no Canadá, na Austrália, no Leste Europeu, na América Latina, na Espanha e na Nova Zelândia. Recebeu status cult, e em 2005 foi toda lançada em DVD pela Warner Home Vídeo.

É isso, gente. Já faz muito tempo que eu assisti, mas nunca esqueci, e a lembrança que me surgiu hoje me deu até vontade de catar os episódios na net, pra assistir de novo xD. Vou deixar o link aqui, pra quem quiser conhecer. :)

(Fonte de pesquisa: Wikipédia). Beijinhos. :*