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terça-feira, 22 de julho de 2014

Amor demais ou falta de noção da realidade?


O que me motivou a escrever esse texto foi a leitura de um status no Facebook. Nele, uma conhecida comentou que, enquanto dava uma bisbilhotada no perfil do filho de 12 anos, ficou surpresa ao ver que as amigas dele da mesma idade estavam em relacionamento sério com alguém. Até aí nada demais, pois concordo que os pais devem prestar atenção à rede social dos filhos (questão de segurança), e também ainda me choco quando vejo pré adolescentes namorando. Mas o que me incomodou foi a maneira como as questões foram colocadas.



Ao contar que olhava o perfil do garoto, ela se justificou mil vezes. Disse que tem a senha sim, que é a mãe, que ele só tem 12 anos, não se manda e também não se importa que ela olhe. E pouco depois, em um comentário do mesmo post, disse que com ela é assim mesmo, que olha redes sociais, cadernos, diários, tudo dos filhos, que "não tem essa de privacidade", que eles só terão isso quando tiverem a casa deles. E outras pessoas comentavam que, se mais mães fizessem isso, haveria menos adolescentes grávidas no mundo (!), e uma outra ainda disse que o filho dela tem 22 anos, e se ele bobear ela olha ainda.

Acho essa questão muito difícil, e como não tenho filhos nem tenho propriedade pra falar. Mas eu tenho pais. E eu também usava bastante as redes sociais durante a adolescência. Diários, então, eu tenho desde criança. Celular, ganhei o primeiro aos 11 anos. E meus pais nunca bisbilhotaram absolutamente NADA. Me educaram à base de informação clara e confiança, desde cedo. Quando queriam saber algo de mim, me perguntavam. E pasmem (ironia mode on), eu já tenho 23 anos, nunca usei sequer maconha, nunca engravidei nem peguei qualquer DST, sempre bebi com responsabilidade e nem ao menos tomei suspensão no colégio. Nunca me envolvi em brigas de rua, nunca repeti de ano. Sabem por que? Por causa da orientação, da confiança, e do respeito que sempre tiveram por mim como indivíduo. Por ter sido orientada, eu aprendi a me cuidar. E a privacidade que eu tinha era valorizada por mim o suficiente, para que eu nunca quisesse perdê-la. Tenho certeza que os pais "stalkers" que lerem isso vão ficar chocados, mas pelo jeito a liberalidade dos meus velhos deu certo pra mim. Por outro lado, stalkear demais pode ser furada por dois motivos: 1) Quem quer aprontar sempre dá um jeito, e isso vale em qualquer relacionamento. Se seu filho deixar de postar determinadas coisas ou de ter determinadas conversas com os amigos porque você está espiando, ele vai fazer isso pessoalmente, ou por telefone, ou até por telepatia ou sinais de fumaça, se for necessário. Só conversando abertamente e sem chiliques você pode ensiná-lo a se preservar, evitar que o filho ~revoltado~ curta/compartilhe posts de ódio, ou que a filha poste fotos de calcinha e sutiã, ou que alguns deles marque encontro com um tarado sem saber. 2) Todo filho stalkeado demais uma hora se irrita com isso, e aí é capaz de fazer besteira só por birra, ou bloquear os pais (adolescente é impulsivo), ou até criar um perfil fake pra poder fazer o que bem entender. Aí sim que o caldo entornaria de vez, né? Então que tal tentar o diálogo com eles, antes de tanta imposição?

E agora, mudando um pouco o foco, o ponto que mais me incomodou na postagem e nos comentários: o machismo (sempre ele!) implícito e travestido pela preocupação daquelas pessoas zelosas por suas crias (e pelas dos outros). Para começar, a mulher que falou das amigas do filho só citou elas, e ainda disse que elas estavam "precisando de umas cintadas, para acalmar o fogo". Percebem? Ela só criticou as meninas. Se o problema é namorar muito jovem, por que a outra parte não é citada? Ora, se os garotos tem a mesma idade, eles também precisam "acalmar o fogo", não acham? E se são mais velhos (o que é bem comum), pior ainda, ao menos do meu ponto de vista. Mas claro, é aquela velha história de "mulher tem que se valorizar, porque homem é tudo igual". Ah, meus sais! E mais um "detalhe": os comentaristas citaram a palavra "mãe" trocentas vezes, dizendo que a mãe deve fazer isso e aquilo, colocando mais uma vez a responsabilidade pela educação toda nas mãos dela, e isentando o pai. Mentalidade mais velha que andar pra frente.

Gente, quando é que vocês vão expandir essas mentes pequenas? 

quarta-feira, 19 de março de 2014

Cultura de estupro, em pleno horário nobre


Ler sobre BBB nesse blog é tão frequente quanto ver unicórnios se depilando. Assim como alguém assistir BBB na minha casa - reconheço que quando mais novinha eu era viciada, já que sempre fui uma observadora do comportamento humano e gostava de tentar "prever" os movimentos dos participantes, naquele jogo louco. Mas a baixaria que tomou conta do programa e as manipulações que chegavam a ser óbvias já me desencantaram há algum tempo. No entanto, no último domingo vi o maior bafafá na timeline do Twitter. O motivo: uma acusação de abuso no BBB. Um barraco dos mais feios. Muita gente defendendo o acusado, e mais uma caralhada de gente culpando a garota. De novo. Chafurdei sites de fofoca, vídeos da Globo.com e a própria exibição de domingo, a fim de descobrir a quantas andava o jogo e o que havia acontecido. E como eu imaginava, nada me surpreendeu.

Angela e Marcelo são dois participantes que inicialmente tinham uma amizade dentro da casa, e posteriormente trocaram beijos em uma festa. O rolo não foi pra frente e Angela, tentando manter a amizade, procurou Marcelo durante a festa que aconteceu no último sábado (15). Angela acreditava que seria eliminada no próximo paredão, e decidiu beber todas e aproveitar o suposto tempo restante. Nos vários momentos em que tentou conversar com Marcelo, já visivelmente tonta, aparece se esquivando de abraços e beijos dele, que insistia em ficar com ela novamente. Seu "não" provavelmente foi ouvido mais de trinta vezes, por ele e por todas as câmeras.





Irritadíssima com as investidas de Marcelo (que em certo momento chegou a imprensá-la sobre o sofá da sala), Angela desistiu do papo com ele e continuou bebendo junto com as colegas de confinamento. Em pouco tempo já mal sustentava as próprias pernas, tanto que Cássio, outro participante, a ajudou a se deitar sobre algumas almofadas que faziam parte da decoração, e chegou a ouvir Angela dizer coisas como "Marcelo é um idiota." Com Angela já deitada, Marcelo andou até ela e jogou água em seu rosto, mesmo com os protestos da própria e de Cássio, que alegava que a sister ia se afogar. Irritado, Marcelo jogou com força uma almofada na cara de Angela, em uma atitude digna do meu primo de seis anos de idade.

Com Angela já quase adormecida, Marcelo se deitou ao lado dela - que alegou que ele poderia ficar ao seu lado, NADA ALÉM DISSO. Os carinhos no rosto e os selinhos na garota desacordada incomodaram Cássio, que pediu que outras duas participantes o ajudassem a tirar Angela de lá e dessem um banho nela. Marcelo disse "deixa que eu dou", mas Cássio negou e a moça foi levada pelas colegas para dentro de casa. Com Angela já longe, Cássio comentou com outra participante que Marcelo estava se aproveitando da situação. A participante contou ao Marcelo, que ficou furioso, foi tirar satisfação com Cássio, e ao ouvir a palavra "abuso" perdeu completamente as estribeiras. O resultado disso foi uma discussão violenta e acalorada entre os dois e um Marcelo passional a ponto de avançar sobre Cássio (ele inclusive teve que ser segurado por outro colega, para não agredi-lo), objetos quebrados intencionalmente por Marcelo (um pedaço de vidro chegou a atingir o rosto de Clara, outra participante) e uma das maiores demonstrações da Cultura de Estupro que a TV aberta já teve: Uma garota bêbada sendo beijada contra a vontade, ninguém vendo nada de errado nisso e o único que teve coragem de defendê-la sendo rechaçado pelo público e pelos colegas. Só Cássio viu aquele beijo como abuso, apesar de todos os foras que Angela já havia dado em Marcelo e da impossibilidade de ela se defender, naquele momento.






Cássio e Angela estão longe de serem santos, como qualquer ser humano. Cássio já fez várias "piadas" de mau gosto (frases contendo misoginia e racismo) e Angela foi uma das participantes que mais criticou Letícia, participante que já foi eliminada e costumava, digamos, usar seu "poder de sedução" com os rapazes da casa, para se dar bem no jogo. O ponto é que a conduta anterior do Cássio e da Angela NÃO ESTAVA EM QUESTÃO AQUI, e nada, absolutamente NADA, justifica a atitude que Marcelo teve, de se aproveitar da embriaguez de uma garota que já havia o rejeitado para tocar nela. Tatiele, uma participante que defendeu Marcelo e chegou a soltar as pérolas "Só é abuso se tocar nas partes íntimas da pessoa!" e "Não vejo nada de errado em um selinho entre pessoas que já ficaram!" (Tatiele, você é machista) apenas faz parte do senso comum que as pessoas insistem ser mania de perseguição de feministas: o não de uma mulher não vale nada. Se ela abraçou o cara, ela "pediu pelo abuso". "Ela não devia ter bebido". "Foi só um beijo". "Eles já tinham ficado". Por causa dessas e de mais zilhões de desculpas, as pessoas de dentro e de fora da casa tiveram empatia pelo abusador, e não pela vítima. Chamaram a Angela de bêbada e sonsa, o Cássio de exagerado (entre outras coisas "bonitas") e o Marcelo de inocente, de coitadinho, de bom moço que jamais faria isso. Por que é assim que o machismo e a cultura de estupro funcionam: O acusado é uma boa pessoa e jamais faria isso (tipo os vários maridos que assassinam suas mulheres), a mulher deveria se valorizar e beber menos, e o Cássio é o intrometido que deveria cuidar da própria vida e parar de se meter no "relacionamento" dos outros. A mente ignorante, machista e tacanha das pessoas pensa assim desde que o mundo é mundo, e é por isso que milhares de mulheres são agredidas, torturadas, violentadas e mortas, todos os dias. Porque "em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher". Porque ninguém deve se meter onde não é chamado, ninguém deve deter um abusador ou denunciá-lo, ainda que veja tudo pelo qual a mulher está passando.

Como eu disse no começo do post, nada me surpreendeu nisso tudo. Porque culpar a vítima sempre foi e continua sendo senso comum, e negar abusos é normal. E por isso eles continuam acontecendo, em pleno horário nobre da televisão brasileira, sendo vistos por todos e mantendo o círculo vicioso do machismo e do desrespeito.




terça-feira, 2 de julho de 2013

Mentos na Coca-Cola

Olá, amores meus! <3
Como têm passado, nos últimos dias? Os meus conseguiram ficar ainda mais corridos, com o final do semestre na Faculdade, as bandinhas com a turma sendo organizadas, e mais os Manifestos que estão rolando no País inteiro - porque yo soi una manifestante ativa. :D.

E por falar nisso, hoje estou a fim de escrever um pouco sobre essa coisa in-crí-vel que tomou conta do Brasil sil- sil. E ao longo do post, deixo algumas fotos dos protestos aí pra vocês - algumas tiradas por mim, e outras catadas pela net.

Protesto em Porto Alegre - RS.

Eu tenho 22 anos, e confesso que nunca me interessei muito por política. Sempre vivi no meu "mundo paralelo", cheio de cinema, literatura, música e animes. O pouco que eu lia e opinava sobre o assunto era na época das eleições, e mesmo assim de forma bastante superficial. Não me orgulho disso. Pra alguém como eu, que se indigna com injustiças e gosta de defender os "frascos e comprimidos", não se interessar pelo que movimenta o local em que vivo é deveras vergonhoso. Mas uma coisa é certa: Eu sempre ficava fascinada, quando alguém comentava sobre o movimento dos Cara-Pintada, Diretas-Já e qualquer outro que mostrasse o povo se arriscando e indo às ruas, com garra e coragem. Com o pouco que eu sabia sobre isso, eu tinha certeza que faria o mesmo, quando chegasse a minha vez. E foi o que eu fiz.

Concentração para o manifesto na minha cidade (Canoas/RS).


O aumento do valor das passagens foi a gota d'água e fez a interminável paciência do brasileiro transbordar. Nossa juventude atual, sempre tão subestimada, não só saiu da inércia, como também tirou seus pais dela, em muitos casos. A geração Coca-Cola e Facebook acordou. Não concordo com o termo "O Gigante Acordou", pois invalida a luta dos homossexuais, feministas, protetores de animais e todas as outras minorias que sempre deram a cara a tapa pelo que defendiam. Mas foi preciso que as pessoas que realmente estavam "dormindo" fizessem o mesmo, pra dar um susto no Governo e fazer o Brasil virar notícia no Mundo todo, por um assunto que não era Carnaval e Futebol. E a violência policial nos primeiros movimentos, longe de afugentar a população, só fez com que esta ganhasse mais força e aumentasse a revolta, arrastando ainda mais gente para a rua. Foi nesse momento que eu percebi que a hora havia chegado. Morrendo de medo dos tiros, pedradas e bombas que vi na televisão, abasteci minha mochila com vinagre, carteira de identidade, cartão do SUS, celular, câmera e dinheiro apenas para o transporte de ida e volta ao ponto de encontro. Rezei antes de sair, prometi aos meus pais que voltaria pra casa assim que rolasse confusão, e fui.



Participar de algo que reúne brancos, negros, homossexuais, héteros, rockeiros, funkeiros, otakus, gamers, casados, solteiros,  gordos, magros, marombeiros, naturebas... enfim, TODOS lutando pelas mesmas causas e se arriscando igualmente por um país/Mundo melhor, é uma das experiências mais emocionantes que se pode ter. Dos gritos de guerra e hinos cantados pela multidão, à correria quando o vandalismo começava. Dos que ficam orgulhosos pelo que estamos fazendo (meu pai ficou. =)  ), aos que dizem que o que está nos faltando é louça pra lavar - sim, eu ouvi isso, e obviamente não fiquei quieta. Na minha cidade, chegamos a fechar uma rodovia, no último dia 24. Andamos sobre um viaduto, no meio dos veículos e debaixo de uma chuva gelada. Alguns motoristas reclamando, a maioria buzinando em sinal de apoio, e até mesmo corajosos que deixaram seus carros e se juntaram a nós. Helicópteros da imprensa local sobrevoando e cobrindo ao vivo.  Muito espírito de luta.



O manifesto de ontem (01/07/2013) tinha bem menos gente, mas mostrou o quanto uma prefeitura corrupta teme os prejudicados por ela: A Brigada Militar estava por todos os lados. Não houve violência nem vandalismo, e o grupo andou por todo o Centro da Cidade, com suas faixas, apitos e até mesmo instrumentos musicais, tocados lindamente por rapazes que levaram, para nos ajudar a "fazer barulho". Enquanto fazíamos a caminhada, a enorme quantidade de policiais que nos cercava era ridícula - dois amigos meus que carregavam uma faixa chegaram a ter três só em volta deles. Já as vilas mais pobres e com alto índice de criminalidade... estavam desprotegidas. Sim, enquanto manifestantes pacíficos e em um grupo pequeno simplesmente andavam juntos e cantavam, vários trabalhadores estavam sendo assaltados e agredidos, em outros pontos da cidade, por pura falta de segurança. Mais um dos "mistérios" da nossa política.







Lutar por nossos direitos é preciso. Seja indo às ruas, seja entendendo e apoiando de outras formas os que vão. E os que reclamam do trânsito lento, do transporte público que pára na hora do protesto e lhes impede de chegar em casa depois de trabalharem o dia inteiro, entendam: Não se pode fazer omelete sem quebrar os ovos. Nós trabalhamos e estudamos tanto quanto vocês, e ainda assim abrimos mão do descanso e da novela pra tentar fazer a diferença, correndo o risco de tomar tiro na cara. Os que nos julgam e nos chamam de "vagabundos que não têm o que fazer", são os mesmos que reclamam dos impostos altos e por terem que votar, e os mesmos que também serão beneficiados pelas nossas conquistas. O vandalismo e os saques não são culpa nossa - quem realmente está lá percebe que os manifestantes tentam impedir a violência e até mesmo abrem caminho para que a polícia pegue os bandidos infiltrados. Então pare de se deixar manipular pela grande Mídia. Quando você diz que temos mais é que levar pedrada e tiro no rabo, você está ficando ao lado do mesmo Governo que te rouba, deixa seu filho sem escola de qualidade e seus pais doentes sem um leito no hospital. Então, acorda, põe Mentos nessa Coca-Cola e #VemPraRua.





A 1ª e a 4ª imagens não foram feitas por mim, e não tenho ideia de quem seja o dono delas xD. Se alguma for sua e desejar que eu retire do Blog, avise nos comentários e eu a removerei imediatamente.

sábado, 20 de abril de 2013

Mocinha rebelde, com orgulho

Booaaa noite!! :D
O fato de eu estar postando no sábado à noite se deve ao fato de que a bandinha de hoje rolou à tarde - isso porque nesse domingo eu e a turma temos festa, e cedinho estarei no local, para ajudar a mãe do aniversariante. xD

Fugindo um pouco do meu padrão animes-literatura-cinema, hoje decidi falar um pouco de comportamento. Misturando na mesma tigela um pouco dos últimos acontecimentos + o que ouço e leio por aí + atitudes minhas que até já mencionei no último post de 2012, sugiro a vocês, garotas: Que tal deixar o água-com-açúcar de lado, e agir mais como homem?


                                 A linda Kushina Uzumaki: Mãe de protagonista,
                                 mulher de Hokage, jinchuriki da Kiuuby e, de quebra, enfezada.




Antes que venham me acusar de estar mudando de time ou berrar que não vão virar mulheres barrigudas e porquinhas, já aviso: Não é nada disso.

Recentemente, contei à minha professora de Fonética e Fonologia, lá da Faculdade (linda, solteira, sem filhos e perfeitamente feliz, aos 41 anos), que não tenho a menor vontade de me casar, e também não me imagino mãe. Não sou radical a ponto de fazer uma ligadura de trompas e reconheço que com o passar do tempo a minha cabeça pode mudar um pouco, mas no momento, digo com toda a certeza que não quero ter filhos. Ao ouvir isso, ela respondeu: "Então se prepara, porque você vai receber muitos olhares tortos e muita cobrança para se reproduzir". Em outro momento, uma amiga minha disse que eu sou "polêmica e transgressora" (adorei), por ser, de certa forma, uma "mulher cafajeste", no meio de tantas amigas/colegas/conhecidas  desiludidas e choronas. Meu melhor amigo - que é homem, 100% hétero e tem as mesmas idéias sobre casamento e bebês - fala de forma menos floreada e, quando falo ou faço algo que foge completamente do padrão "mocinha romântica", solta logo um "Ô, guria desgraçada!" (isso é normal para nós. Ele me chama de desgraçada, eu chamo ele de FDP, ele me chama de vadia e eu chamo ele de viado. E depois a gente fala: "Óinnn, te amo, vem cá!", e nos abraçamos xD).

Eu, de fato, me considero da pá virada. Embora eu adore um figurino sensual de vez em quando (mas sempre rocker), ame maquiagem e esteja sempre de unhas feitas, eu tenho pavor de salto agulha e vivo de All-Star. Enquanto a maioria das minhas amigas está sempre à caça de namorado e cai em qualquer conversa, eu tenho preguiça de namoro e prefiro sair com a turma, e dificilmente me impressiono com os xavecos que os caras mandam - muito pelo contrário. Recentemente, por exemplo, estava conversando com um ficante e inventei de tocar no assunto do feminismo, explicando quais são as causas defendidas pelo movimento. Ele mostrou uma certa impaciência e disse não entender porque queremos tanto ser tratadas como homens, pois "mulheres nasceram para serem protegidas e amadas". O caso é que as garotas pra quem contei isso disseram "ai, que lindo, que cavalheiro!". Já eu, quando ele disse aquilo, pensei: "Mulher não é bichinho de estimação, filho."

A verdade é que garotas frágeis, que querem ser protegidas o tempo todo e fazem beicinho pros caras, me irritam. Me tiram do sério. Ah, gente, por favor! É claro que a gente sofre por amor ás vezes. É claro que de vez em quando a gente quer ser mimada, mesmo. É claro que a gente adora quando o namorado ou mesmo aquele amigão vem dar um chega pra lá no babaca que está enchendo o nosso saco. Mas o que me deixa furiosa são aquelas garotas que querem isso O TEMPO TODO. Poxa, vão se situar! Talvez seja, principalmente, porque fui criada em meio a mulheres fortes e batalhadoras, mas eu acredito que mulher tem que saber se defender sozinha. Tem que ser independente, tem que ter a própria vida, o próprio dinheiro e os próprios amigos, independente do que seus maridos e namorados pensem disso. E que a gente TEM QUE SE BASTAR, tem que ser feliz consigo mesma, ao invés de só se enchergar completa se tiver um homem ao lado.

                                    Mônica, uma garota que vai à luta (literalmente).


O que mais vejo por aí é a mulherada se jogando pra qualquer cara, só por medo de "ficar pra titia" (isso é tão ridículo que chega a me dar urticária). E aí entra a cobrança não só de si próprias, mas também aquela cobrança silenciosa da sociedade, que vende que só é feliz aqueles que se casam e se "reproduzem", como disse minha professora. Gente, vocês já pararam pra pensar em quanta gente se casa só por desespero? Já pararam pra pensar que essa pode ser uma das principais causas desses casamentos-relâmpagos que a gente vê por aí (hoje em dia o divórcio é mais aceito, então ninguém mais é "obrigado" a engolir o que não lhe agrada, mané). Garotas (e garotos, porque homens também são cobrados, embora em menor escala), não acham que já está na hora de dar uma banana pra essa sociedade hipócrita? Que já passou da hora de perceberem que nós PODEMOS SIM, "ficar" sem intenção de namorar e namorar sem intenção de casar, e que isso não nos torna putas? E garotas que ainda pensam que uma mulher só é completa se for mãe e esposa: Que tal estudar, trabalhar, e fazer tudo que tiver vontade, antes de pensar nisso? Amor é sim, tudo de bom, é maravilhoso, mas a vida não é feita só disso, e o casamento não é, de maneira alguma, garantia de que ele será eterno. A única coisa eterna é nosso conhecimento, nossa força e nossa coragem de sermos, sim, mocinhas rebeldes e nos libertarmos dessas amarras que a sociedade nos impõe. Mandem os vizinhos fofoqueiros à merda e sejam mais como homens: Curtam a vida, divirtam-se e desencanem da "obrigação" do matrimônio e da reprodução. Isso tem que ser uma vontade, e não um dever. Você NÃO VAI SER MENOS MULHER, se não quiser isso pra você.

E digo, por experiência própria: Uma mulher forte, independente e durona pode ser muito mais sexy e cobiçada. E, por ter espírito livre, ela é muito mais feliz. ;)


                                    Temari: Aquela que carrega seu próprio leque de escolhas.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

E o Troféu Abacaxi vai para... as Bieliber's!


Boa tarde, gente! Como está o Carnaval de vocês,? O meu está ótimo, estou em uma viagem tranquila. (A Letícia faz baderna o ano todo, e no Carnaval se recolhe. Pois é.)
Então, o título da postagem certamente já chamou atenção. Vou explicar: Eu ia fazer uma resenha, mas algo que aconteceu nessa madrugada praticamente me implorou um post especial. Pra quem não sabe, o lindo e maravilhoso (só que não) cantor Justin Bieber não conseguiu nenhuma indicação para o Grammy 2013. Inconformado com a esnobada, o bonitão teve a atitude suuuuper madura (not) de promover um showzinho na internet, para concorrer com a premiação em audiência. O tiro saiu pela culatra. As fãs revoltadinhas (Bieliber's) pelo cantor não ter concorrido a nenhum prêmio lotaram três sites para assistir a "apresentação" dele, a ponto de causar sobrecarga. Mas o grande mico foi a imaturidade do garoto, e foi isso que a revista Veja criticou em seu site. (leia aqui ).






Eu nunca tive nada particularmente contra o Justin Bieber. E eu já tive minha fase "guria retardada". Já tive 14 anos, já fui apaixonada por um ídolo, já viajei muito na maionese - ora, sou humana. Mas o que me deixou indignada foi a falta de noção dos Bieliber's, que atacaram a revista pelo Twitter e conseguiram a proeza de colocar a ridícula tag #VejaLixoVaiChuparPirocaDoKidBengala (e depois ficam ofendidíssimos quando são chamados de infantis!) entre os Tt's mundiais, ridicularizando no mundo todo uma das equipes de jornalismo mais sérias do Brasil. Eu, intrometida como sou (err), cutuquei as onças e defendi fervorosamente a revista pelo próprio Twitter, e fui chamada até de "alienada". Oi? Eu que sou a alienada? o.o

E então me dei conta do porquê dessa agressividade toda por algo tão banal: Eles simplesmente não lêem a Veja. É triste admitir, mas o único motivo que vejo para as críticas vazias, é o fato de que esses adolescentes não têm a menor noção do serviço social que a revista presta, e não dão o menor valor aos jornalistas que se arriscam pelo mundo todo, em busca de informações sobre política, saúde, segurança e educação, entre outras coisas. Eu também já li muita Capricho e Atrevida, mas a diferença é que eu sempre li de tudo e sempre tive essa veia idealista, que gosta de polemizar e debater sobre tudo. Já esse povo do fandom só se mobiliza para debates quando é alguma rixa entre artistas rivais, ou alguma discussão sobre seu cantor/ator favorito. É a mesma turma que comemora quando um professor falta à aula, e vê somente o filme porque "o livro é chato". Ora, o que mais esperar de uma pirralhada que beija pôsteres, e já teve a brilhante idéia de se mutilar pelo ídolo? (lembram disso? )

Francamente, eu tenho só 21 anos e não sou nenhuma rainha da experiência, mas o contraste é tão gritante que não consigo evitar a pergunta: O que vocês pensam da vida, garotada? As cabecinhas de vocês são feitas só de fã-clubes? E quando vocês tiverem que votar no melhor líder político para sua cidade/Estado/país? E na hora de prestar Vestibular? São as fofocas lidas em suas revistas adolescentes que vão ajudá-los? Ou melhor, antes de pensarem em fazer uma Faculdade, reflitam sobre os jornalistas que vocês ofenderam. Esses profissionais que levaram anos para se formar, e em alguns minutos tiveram seu trabalho depreciado, simplesmente por que alguém fez uma crítica perfeitamente lógica sobre o Justin Bieber, um garoto de 18 anos que mostrou não admitir ser contrariado e passou longe da humildade.

Fica aqui minha revolta e meu desabafo. Eu sou blogueira e estudante de Letras, tenho Psicologia como segunda opção de curso e pretendo estudar Jornalismo futuramente. Mas com a quantidade de gente burra, mimada e egoísta que toma conta do Mundo, dá até desânimo. Acho até que vou largar a Faculdade e fundar um Fã-Clube.

Só que não.


terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Existência Cruel


Você, leitor, já parou pra pensar na estupidez que é a vida?
Nos últimos tempos eu andava tendo pensamentos desse tipo, e algo que aconteceu recentemente me fez ter ainda mais certeza de que a vida é uma coisa estúpida e injusta.



Imagine a situação: Uma mulher que perdeu a mãe muito cedo e, juntamente ao irmão mais velho e ao pai, ajudou a criar seus outros três irmãos mais novos. Ela começou a trabalhar jovem, para ajudá-los - a família era humilde - e durante toda a sua vida ela se dedicou à sua família. E, além disso tudo, ela sempre foi uma pessoa boa. Se você não tivesse o que vestir, ela tirava a própria roupa e lhe dava. Se você não tivesse o que comer, ela lhe dava do próprio prato. Tinha defeitos, como qualquer pessoa. Mas ela sempre foi forte. Sempre teve a força de quem desde a infância mata dois leões por dia.

Ela aproveitou a vida a seu modo, trabalhando e cuidando dos irmãos, mas sem deixar seus amigos de lado. Casou-se aos 38 anos e foi a noiva mais linda já vista. Decepcionou-se ao saber que não poderia ter filhos. Mas ela é bem mais do que isso. Seu coração foi grande e nobre o suficiente para adotar uma recém-nascida linda. E três anos depois, ao saber que a mãe biológica dessa menina havia engravidado novamente, adotou esse outro bebê também - um menino lindo. Esse menino veio com problemas de saúde, e vivia assustando seus pais. Mas essa mãe segurou isso. Cumpriu com maestria sua missão de educar suas crianças. Por mais que eles a enlouquecesserm às vezes. Por mais que dormisse praticamente sentada, cuidando de seu menino doente. Por mais que trabalhasse feitou moura, para sustentá-los. E, mesmo com as dificuldades, ela mantinha um sorriso no rosto. Cuidava não só de seus filhos, mas também das duas sobrinhas pequenas, filhas de suas irmãs mais novas.

E com o tempo tudo foi melhorando. Ela estava prestes a se aposentar. Estava reformando sua casa. Seu filho está praticamente curado de sua doença. Sua filha está crescendo. Mas como sempre, a vida mostrou sua estupidez da pior forma possível.

E em uma quarta-feira de sol, ao sair do prédio onde ela trabalhava, ela deixou esse Mundo, sem ao menos se dar conta do que estava acontecendo.

É esse tipo de coisa que acontece, quando um babaca é imprudente. E assim mais pessoas são atingidas por caminhonetes deslizando em ladeiras, motocicletas desgovernadas, carros com motoristas alcoolizados, e tantas outras variações. E quando uma pessoa morre, não é apenas uma vida se acabando. São duas crianças tendo a mãe arrancada de si. É um marido sozinho e desesperado. São sobrinhos chorando aos gritos por terem perdido alguém que os amava feito filhos. São três irmãos perdendo mais um pedaço deles. É um pai enterrando o segundo filho em um intervalo de três anos. São primos sofrendo uma perda dolorosa. São amigos perdendo alguém especial. É uma família inteira desmembrada e em estado de choque.

Steve Jobs certa vez disse: "A morte é a maior invenção da vida." Se me permitem a ousadia, farei minha própria versão dessa frase: A morte é a maior idiotice, a maior injustiça da vida. Sei que ela deve acontecer, e acontece de uma forma ou de outra. Mas nessas circunstâncias, é pra desatinar até o mais frio dos seres humanos. Mas se Deus existe, há de dar paz e consolo a essa Alma, que nos deixou cedo demais, e de forma errada demais.








(Texto em homenagem a minha Tia, Maria Jeruza Amaral Jung, falecida no dia 28/11/2012, aos 51 anos, vítima de atropelamento em POA. Descanse em paz, Tia. E de onde estiver, saiba que nada no mundo irá retribuir tudo o que você fez por nós).

sábado, 28 de janeiro de 2012

*A raça inferior*


Boa tarde, amores.
Depois de uma semana terrivelmente cansativa, finalmente o sábado e o domingo. Ufa!

Domingo passado, eu queria muito ter ido em um evento maravilhoso, fiquei com muita vontade mesmo, mas infelizmente tive contratempos e não pude. Mas também não posso deixar de comentar aqui sobre o trabalho dessas pessoas, que com certeza tornam o nosso mundo melhor de viver:



Desde que me entendo por gente, sou apaixonada por animas. Bonitos, feios, grandes, pequenos, de todas as espécies, cores e formas. E, com uns seis anos mais ou menos, vi um porco ser carneado no sítio do meu avô. Eu fechei os olhos, tapei os ouvidos e chorava por causa dos gritos dele. Depois disso, nunca mais consegui comer carne. Não adianta, não desce. Porque pra mim, simplesmente não faz sentido os animais serem sacrificados para satisfazerem as vontades e os caprichos dos humanos.

E se a alimentação com carne revolta, o uso de peles de animais na indústria da moda, então, me deixa doente. Na boa, porque isso não foi proibido ainda? Isso é o fim do mundo, pelo amor de Deus! Não me entra na cabeça como, em pleno século XXI, esse tipo de coisa acontece. Acredito que quem usa esse tipo de coisa tem uma cabeça vazia, egoísta e que faz o possível e o impossível para aparecer (Oi Lady Gaga). Eu sou radical, sim, e acho que isso TEM que ser crime, e que as indústrias que usam pele TEM QUE SER FECHADAS NA MARRA, e pronto. Mas como o mundo é movido pela ganância, isso não vai acontecer enquanto o "produto" der lucro. Então só nos resta infernizar os consumidores até colocar um pouco de consciência em suas cabeças ocas. E digo o mesmo sobre as marcas que testam em animais.

Por último, aquele lado que provavelmente mais me dói o coração: O abandono e os maltratos de todo tipo a animas, puro e simplesmente. Eu sou do tipo que, se vê um carroceiro surrando um cavalo, ou mesmo uma pessoa chutando o próprio cachorro, meto a boca mesmo, seja qual for o tamanho do sujeito. Já quase apanhei na rua por causa disso, mas não adianta, eu me recuso a ficar quieta e aceitar esse tipo de coisa. E seu eu tiver que sofrer pra defender um ser indefeso e sem maldade, faço isso com um sorriso nos lábios. Se um dia eu for presa por lutar por aquilo que acredito, contarei isso com orgulho aos meus filhos e netos.

É como disse um professor meu, já falecido e uma das pessoas mais inteligentes que eu já conheci: "A raça humana é a mais inferior de todas, pois é a única que mata por ganância." Saudades, professor Mário Aguiar. :)


E se você não trata os animais com o devido respeito, suma da minha frente. :P

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

*...Faz menos sentido ainda...*

Boa tarde, galera!
Antes de mais nada, sumi porque, semana passada, meu modem 3G escolheu um mau momento pra pifar.
Por sorte minha, minha tia liiiinda emprestou o dela, que estava sem uso. :D

Vamos aos últimos fatos:

*Estupro no BBB: Esse está bombando, e ainda vai dar assunto pra muita Doriana. Se a Monique estava dormindo ou não, nunca vamos saber com certeza, mas acho "estupro" um termo muito forte para a questão. Mas uma pulguinha (oi, Leão Lobo! xD) está suspeitando que é tudo pegadinha do Malandro.
*Desmentida a gravidez de quadrigêmeos: #FAIL. Sem mais.
*Menos a Luiza, que está no Canadá: Essa serviu pra descontrair. É algo tão bobo que chega a ser engraçado. E a Luiza até já voltou. :D

E por último, aquilo que está tirando nosso sono (#ExageradaFeelings):

É, parece que estamos voltando ao tempos jurássicos. As leis SOPA (Stop Piracy Act) e PIPA (Project Ip Act) consistem em tirar do ar, multar e prender responsáveis por repassar produtos protegidos por direitos autorais em qualquer vínculo da internet. Ou sejas, não poderemos baixar nossas músicas, filmes e animes (Nããããããoooo...). Um simples vídeo que você postou no Youtube com determinada música, pode lhe dar até 5 anos de cadeia. É isso mesmo.  Gente, eu até concordo que a pirataria não seja a coisa mais linda do mundo. Mas, na boa, os caras matam pessoas, pegam só três anos de cadeia. Homens espancam mulheres, e a única pena é prestar serviços comunitários. É permitido sacrificar animais em rituais religiosos (como se Deus fosse gostar disso, affs). Políticos corruptos deitam e rolam, e fica por isso mesmo. Agora, uma pessoa não pode nem usar a própria internet, paga a duras penas todo mês, para ver e baixar o que curte? Vai pra cadeia por baixar uma simples música? Gente, isso é o fim, só mostra que, passe o tempo que passar, o mundo continua não fazendo sentido nenhum. #ComoFaz?

Dia 23, O Google, o Facebook, o Amazon, o Wikipédia e o Yahoo, dentre outras grandes empresas, fecharão seus servidores em sinal de protesto. Compre a idéia também. Vamos vaiar essas leis porcas.

É isso aí, todo mundo se juntando ao Anonymus menos a Luiza, que está no Canadá xD.  Brink's


Fui, sigam-me os bons!

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

*Não Faz Sentido*

Quem me conhece sabe que eu sou bipolar, e que às vezes me irrito com pouca coisa, e que tenho vontade de sair chutando todas as cadeiras da casa (?!). Ou seja, até eu, uma otaku declarada, de vez em quando tenho as minhas crises de "emisse aguda", e paro pra pensar em coisas que não entendo, que simplesmente não fazem sentido pra mim. Recentemente até fiz um pequeno post com esse tema no Fotolog, mas hoje me deu vontade de fazer a lista de novo, com mais itens. Eles não seguem nenhuma ordem lógica, apenas fui lembrando e escrevendo (poutz...). Alguns são universais, outros são apenas opinião pessoal, de modo que nem todo mundo vai concordar comigo, rsrsrs... Segue:

                                   Eu não entendo...

*...Porque celular de funkeiro tem tudo, menos fone de ouvido;
*...Porque o Naruto não agarra a Sakura logo de uma vez;
*Falando na Sakura, não entendo porque ela olha o Sasuke, tendo o Kakashi na frente dela...
*...E também não entendo porque a Hinata olha pros lados, tendo o Neji em casa.
*Eu não entendo porque o trem que vai pro outro lado sempre chega primeiro na estação;
*...Porque garotas tem mania de sempre querer os namorados das outras, e ainda se fazerem de vítimas;
*...Porque os garotos não se tocam de que uma garota que fica com ele sabendo que ele é comprometido, não vai pestanejar em traí-lo, se tiver vontade.
*...Porque as festas, outrora feitas pra se divertir com amigos, viraram algo onde só se vai pra "passar o rodo" e "encher a cara";
*...Porque as novelas das 18:00 são muito melhores que as do horário nobre;
*...Porque a Globo não passou o Rock In'Rio ao vivo;
*...Porque a Globo passou Crepúsculo com aquela dublagem deprimente;
*...Porque os livros são sempre muito melhores do que os filmes;
*...Porque, mesmo com o caos que está o mundo, as pessoas continuam poluindo e desperdiçando;
*...Porque os monstros que maltratam animas ainda não são presos;
*...Porque o nerd é zoado na escola, enquanto o bad boy que humilha os outros tem uma legião de fãs;
*...Porque os professores, verdadeiror heróis, não tem mais o respeito dos alunos;
*...Porque as bandas coloridas são esculachadas, enquanto a Lady Gaga é aplaudida por usar um vestido de carne. #ProntoFalei.

Tá aí um pequeno desabafo. Se ofendi alguém, peço desculpas, mas de qualquer forma, são as minhas opiniões. E o próximo post vai ser menos mal humorado, hua'. Beijos.