segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Enfim, reinventada

Em uma das minhas últimas postagens, contei a vocês que algumas coisas mudariam por aqui. Nem sei ao certo quando meu desânimo com o blog começou e quando aceitei que precisava de uma reinvenção. Mas, quanto mais semanas passavam, menos vontade eu tinha de fazer minhas postagens habituais, e menos sentido eu via nelas. Então, entre largá-lo e mudá-lo, toquei o foda-se e decidi mudá-lo, dando uma condição a mim mesma: dessa vez, esse espaço seria uma vontade, e não uma "obrigação". Então vamos lá.

Eu sempre estipulei uma certa ordem do que postar, sempre intercalando listas, análises de filmes/livros/animes, perfis de personagens, etc. Coloquei as postagens de compras e as de fotos como mensais. Bom, chega dessa frescura. Por mais que eu goste de mostrar algumas coisas, nem todo mês é $divertido$ o suficiente para manter essa rotina, e ficar só enchendo linguiça pra ter conteúdo é chato, e todo mundo percebe. Então, façamos assim: essas postagens não serão extintas, mas só aparecerão quando reunirem coisas bacanas o suficiente. Beleza, né? Melhor pra mim e melhor pra quem lê. *todos comemora*

Segunda mudança: as análises. Gente, eu amo as análises, principalmente as de animes. Também adoro as de filmes e o que mais consumo é livro, mas esses três temas têm algo em comum: pura falta de tempo para assistir/ler, e menos tempo ainda para escrever a respeito. Fora que, se já é difícil conseguir acompanhar, imagina encontrar algo de que valha a pena escrever, em tempos de tanto "mais do mesmo". Então, decidi que não vou mais me cobrar pra fazer essas resenhas com certa frequência. Ao invés de "preciso ver um filme pra fazer resenha", será "vou ver esse filme e, se der vontade, vou fazer uma resenha". Deu pra entender? Acho que sim, né? Ahém.

"Mas Letícia, então o que você vai postar? Sobre o que vai escrever?" É aí que entra a mudança, meu caro Watson. Com a minha nova rotina e os muitos planos que eu estou fazendo, toda a minha vida entrou na dança, e esse bloguinho vai entrar também. Vou contando o que rolar de novidade por aqui, e já adianto que tem muuuuuita coisa inesperada. Mas, só pra deixar vocês curiosos(as), vou deixar essa explicação pra outro post.



(CONTINUA...)

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Precisamos nos diferenciar delas


"A gente precisa se diferenciar delas, das vadias. Das mulheres que não se dão ao respeito. Você não gosta de puta. Não tem nada a ver com elas, é outra categoria. Pra quem não entende a diferença entre moça direita e rameira, eu explico.

Aquelas meninas de 14 anos que começaram a explorar seu corpo, ou porque estavam descobrindo formas de prazer ou poder, por tédio ou solidão, são o quê? Putas.

Mas não você Luisa. Você não ficava se esfregando com meninos, se dava ao respeito. Só namorou de forma decente, só com menino, na presença de adultos, como se deve. QUando você não quis transar com ele, o príncipe terminou, furioso. E contou pra todo mundo as baixarias que fazia com você. O quê que você é Luisa? Puta, claro. Seu nome tá pixado no muro, que vergonha.

Mariana, ainda bem que você não é burra como ela, de perder tempo com canalha. Você soube escolher né? Namorou seu melhor amigo, perdeu a virgindade com ele, tudo muito lindo e romântico. Até que engravidou com 16 anos. O que você é Mariana? Uma puta burra.

O problema desssas meninas é que não se dão ao respeito, não são como você Carol. Que é da turma, da galera, anda de skate com os brother, ouve rock, ri dessas mina idiota que eles pegam. Ah Carol, mas andar no meio de um monte de homem é coisa do quê? De puta. Só você que não sabia? Tá todo mundo falando.

Ainda bem que você, Aline, não tem tempo pra essas coisas. Nunca vi menina boa assim. Só estuda, só tem amiga menina, frequenta a igreja, vai casar virgem com o primeiro namorado. Só depois de formada. Se depois de casadas como o Senhor ordenou vocês quiserem tirar fotos pra apimentar a relação, tudo bem né. Dentro dos laços sagrados de confiança do casamento é diferente, não é como essas piranhas que saem se expondo em público. O moço da assistência técnica achou as fotos e publicou na internet? Você já sabe o que é né Aline? Uma puta. Uma piranha que envergonhou a família ainda por cima. Os amigos do teu pai tão batenho punheta nesse momento com a tua foto Aline. Você é uma puta, que vergonha, nunca pensei. Antes fosse um muro pichado na adolescência Aline.

Você não cai nesses né Fê. Imagina, tirar foto pelada... Tá pedindo né... Você é mãe de família, nem pensa nessas baixarias. Vive pros filhos. Até que depois de 12 anos o casamento desaba. Porque você deixou de ser interessante, porque tava cansada de fazer tudo sozinha ou simplesmente porque cresceram de formas diferentes. O motivo não importa. Divorciada é o quê Fê? Puta. As amigas não vão querer você perto dos maridos delas né? Com razão.

Se vocês ao menos se espelhassem na Dona Maria... 63 anos de pura dedicação pra família e trabalho. Nunca soube o que era prazer na vida. Acorda às 5 da manhã todos os dias pra trabalhar pra sustentar filhos e netos. É tanta lida que nem tempo pra vaidade ela tem. Mas Maria sabe, a beleza da mulher é a sua virtude né. Mas voltando do trabalho tarde da noite e exausta, Maria foi estuprada. Dona Maria, me dói tanto dizer isso, a senhora fez tanto por mim, uma pessoa tão boa... Mas mulher que anda essa hora na rua é o quê Dona Maria? Puta."

*Esse texto não foi escrito por mim. Originalmente publicado no podcast Mamilos 31.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Voltei

Oi. Tem alguém aí?


Err. Sim, eu sumi. Não, não vou justificar. Tá, vou sim, mas com a mesma ladainha de sempre: correria e mais correria. Mas não foi só isso, na verdade.

Bom, eu já tive um público fiel, mas deixei de ter. A maioria dos últimos posts não teve comentários, por culpa minha mesmo - eu não estava escrevendo com a mesma paixão de antigamente. E quanto menos escrevo, menos tenho acessos. E quanto menos acessos, menos escrevo. É um ciclo vicioso, e isso aliado ao ano mais louco e cansativo da minha vida (e também o melhor) fez com que eu me concentrasse mais em outras coisas, e deixasse esse cantinho de lado. E sim, pensei mais de uma vez em largar. Seria bem mais fácil escrever um post de despedida, fechar as portas e não ter mais que me preocupar com esse blog.

Mas não consegui fazer isso.

Esse final de ano promete ser o mais louco de todos, e 2016 promete ser ainda mais louco e maravilhoso que 2015. As novidades são fortíssimas, mas não vou contar ainda, ahém. Vou dizer apenas que vou voltar a postar aqui. Não tenho certeza da frequência. Não tenho certeza do que muda e do que fica. Não tenho certeza de ~nada~ sobre isso aqui. Mas vou tentar continuar, da melhor forma possível. E isso é uma promessa.

E que rufem os tambores, porque uma nova fase da minha vida vem aí.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Passeio no Zoo


Domingo retrasado (30/08), eu e o namorado - que adoramos passeios, digamos assim, ~inusitados~, aproveitamos o calor agradável e o sol brilhando  para curtir com a família visitar o Parque Zoológico do Rio Grande do Sul, mais conhecido como "Zoo de Sapucaia".

Montagem "gentilmente roubada" do Google. Todas
as demais fotos são minhas.


Localizado na Parada 41 da BR-116 (Sapucaia - RS), o Zoo de Sapucaia foi inaugurado em 1962 e hoje é, segundo o Wikipédia, "um dos jardins zoológicos mais visitados do país". Além de seus 160 hectares abertos para a visitação do público, também possui 620 hectares de reserva natural, onde procura reproduzir o habitat natural dos mais de 1400 animais que abriga, dentre os quais estão muitas espécies ameaçadas.

Além dos animais, e das visitas guiadas, o parque também possui um Centro de Pesquisa e de Educação Ambiental, e uma ampla área de lazer para os visitantes, com churrasqueiras, pracinhas, etc. Seguem as fotos dos nossos parentes dos bichinhos xD:












 "Oi amiga" :D



O lugar, além de grande, é muito bonito. A quantidade enorme de árvores, matas, verde em geral, fazem com que tenha sombra pra dar e vender, e apesar do calor, fica fresco e maravilhoso. É super comum ver várias famílias não só fazendo churrasco e aproveitando as mesinhas dos espaços próprios, mas também se refestelando na grama e fazendo fartos piqueniques, com direito a toalha xadrez e tudo. :D

E por falar em comida, o Parque tem um restaurante próprio, caixas eletrônicos, vários banheiros, e diversas barracas vendendo lanches, bebidas e sorvetes. Os preços de lanches tradicionais como xis e cachorro-quente não foge muito dos preços normais de qualquer local nos centros das cidades, mas eu e o Abraham levamos sanduíches, chimarrão e água de casa, porque somos pão duros, auheuaheuaheua. As únicas coisas que compramos lá foram picolés, e eu comprei duas pulseirinhas. ^.^













Fomos de carro, então não sei dizer quanto é o ingresso individual . Quem está de carro não paga o ingresso individual, mas sim o valor de R$ 25,00 pelo estacionamento, que é livre em todo o tempo de funcionamento do Parque. Como o lugar é super seguro, imenso e dá atividade para o dia todo, vale a pena.











E aí, galera, gostaram? Cochilei algumas vezes enquanto fazia esse post, auehuaheahea. Me contem nos comentários se vocês já visitaram zoológicos e coisas assim, e quais foram os lugares prediletos.

Xoxo. :*