segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Filme: Invocação do Mal

Falou, gente! :D
Ainda tô me recuperando do finde, e vocês? :P Sexta tive um niver, sábado dei um passeio muuuuito legal com um amigo em Porto Alegre (breve contarei sobre isso aqui), e ontem passei o dia com meu papis <3. Ou seja, eu estaria de bom humor e só teria notícias boas... se meu notebook não tivesse dado pau ¬¬. Pois é, o bicho foi pro conserto, e eu tô postando da Hemeroteca da Facul. Tentarei manter a frequência dos posts, mas se eu der uma sumidinha, vocês já sabem que a culpa não é minha, hahaha. xD

Hoje tem um resenha de filme quentinha pra vocês. =)




Esse filme é bem famosinho, né? Sempre tive curiosidade em assistir, pois sou fascinada na história da boneca Annabelle e sabia que um pouco disso seria mostrado no longa. Aproveitando um tempinho livre e um dos meus raros dias de internet boa, catei o filme e assisti. Sábia decisão. Eu amei! 

Eu estava meio por fora e achando que a Annabelle era a "protagonista" do filme (aliás, por que usaram uma boneca tão diferente da original? Eu particularmente acho que uma Raggedy Ann causaria bem mais impacto.), mas ela não tem muita participação. A história gira em torno de um dos casos mais assustadores dos investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren (Patrick Wilson e Vera Farmiga). É o caso da família Perron, que no ínicio dos anos 70 se mudou para uma casa de fazenda de mais de 150 anos.

A direção de arte deu um verdadeiro show nesse filme. A casa enorme, cheia de quartos e com um porão escondido por tábuas parece muito real, com a "bagunça organizada" típica de uma família grande, e mais as paredes com papéis amarelados e descascando, como todo local velho. O casal Roger e Carolyn Perron (Ron Livingston e Lili Taylor) e suas cinco filhas, Andrea, Nancy, Christine, Cindy e April, logo ocupam seus quartos e se acostumam com o sobrado. Mas não demora muito para que coisas bem estranhas comecem a acontecer. O primeiro fato é o cheiro de carne podre que surge sem explicação. E então April, a filha caçula, arranja um "amigo imaginário". Christine, a do meio, sente seus pés serem puxados durante a noite. Andrea, a mais velha, é atacada por um ser estranho. E quando a coisa fica feia a ponto de Carolyn ser derrubada da escada e trancada no porão, essa mãe desesperada busca os especialistas Ed e Lorraine, que visitam a família e ficam chocados com o que descobrem.

Gente, vou contar uma coisa pra vocês: esse filme conseguiu me assustar. Sim, eu, que dei risada assistindo O Grito, fiz cara de tédio para Begotten e não achei nada demais em A Profecia, me assustei com Invocação do Mal. Me assustei mesmo, a ponto de desconfiar de qualquer barulho (eu estava sozinha em casa xD) e gritar (sim, eu GRITEI) quando a personagem da Vera Farmiga tomou um baita susto. E muito disso se deve não só ao excelente climão do filme, mas também ao ótimo elenco. Os casais estão ótimos, e as meninas mortas de medo estão fantásticas (a Joey King, que interpretou a Christine, me deixava com vontade de abraçá-la quando sua personagem chorava de desespero). Vera Farmiga brilha tanto nas cenas na casa quanto em outras situações, como quando tem uma visão de sua filha afogada no lago. E Lili Taylor, a Carolyn, "estraçalha" em todos os momentos, principalmente no terço final do filme. Não direi mais nada pra não dar ainda mais spoiler do que já dei, mas tenho que dizer que fiquei com pena, e ao mesmo tempo morrendo de medo daquela mulher.

O que mais posso dizer? Puta filme. Virou um dos meus terrores favoritos e resgatou meu gosto pelo gênero, depois de tanto tempo assistindo longas que não me faziam nem cócegas, não me tiravam sequer uma careta de apreensão. Tenho que aplaudir toda a produção, elenco e, principalmente, o diretos James Wan, que provou que Terror é mesmo a sua praia (por favor, James, faça mais filmes assim!). Vou parar por aqui para não entregar o ouro a quem não assistiu ainda, e por favor, assistam. Esse eu recomendo com gosto. ;)



PS: Já viram o trailer de Annabelle? =D




terça-feira, 5 de agosto de 2014

*Comprinhas de Julho*

Alô, povo! Como foi o último finde? O meu foi demais. :D Ah, e minha semana já começou cansativa pacas: Ontem comecei a escrever às dez da manhã, e só parei às três da madrugada - ou seja, vem novidade por aí. :)

Bom, chega de conversa fiada, e vamos a um daqueles posts que eu adoro fazer: o de comprinhas!

Essa blusinha fofa é básica, mas é quentinha, charmosa e fica justinha no corpo, super bonita. Usei só uma vez até agora, com um casaquinho curto de couro por cima, pra sair com o boy, e adorei. O precinho foi bem amigo também: 25 dilmas, de uma revendedora. :)

Mês passado decidi testar um corretivo novo nas minhas olheiras de panda, e então fiz o que eu sempre faço quando tenho uma "emergência cosmética": corro pra Panvel, já que é lá que eu encontro produtinhos ótimos e com um preço legal isso ficou parecendo propaganda. Escolhi um corretivo compacto, e o número e o nome da cor estavam na etiquetinha, mas perdi ela. Sou muito monga :/. Bom, tô usando ele e curtindo muito, e ele custou só 7,90! E nesse mesmo dia, dei uma olhada nos batons, fiquei com os olhos brilhando com a coleção Lady Like, e por fim escolhi o Rosa Diva. Ele é um rosa claro, discreto, mas que fica com um tom lindo e suuuuper hidrata os lábios :). Desembolsei 6,90 por ele.

Tá, essa deve ter sido a minha compra mais esdrúxula até agora, mas quando entrei na Kybella Bijoux pra achar um presente pra minha mãe e vi essas mechinhas coloridas, não resisti. Não, gente, o presente da minha mãe foi um batom/gloss, as mechas eu peguei pra mim mesma, aushaushuahsuahusa. Gente, elas são da Monster Hight! *.* E, acreditem, já usei, ahuahuehauehauheuahea. Usei a vermelhinha, mas não usei na frente e tentando esconder o prendedor, porque é impossível fazer isso parecer natural :/. Usei sem esconder que era um aplique, mesmo, fazendo um penteado princesinha e finalizando com a mecha. Na próxima vez que eu fizer isso, mostro procês. Ah, elas custaram 5,90. =)

Agora, farei uma revelação bombástica: TÔ APAIXONADA! Fala pra ele, ué.

Sim, tô apaixonadíssima, foi amor a primeira vista, desejei no mesmo instante e não sosseguei até tê-la em minhas mãos!

Agora, conheçam o alvo da minha paixão... *tum-tum, tum-tum , tum-tum*



Tcha-ran!Eis aqui a legging que roubou meu coração, auehuaheuahuehaueha! Hashtag #LetíciaComediante xD. Minha tia revende lingeries e roupas, e sempre tem alguma legging diferente, mas dessa vez ela se superou. Olhem que coisa mais linda, gente, em tons de preto, branco, azul e rosa, quadrinhos com jeito de HQ, linda, linda, linda! Vocês não tem noção, quando a minha prima que estava mostrando as roupas tirou essa calça da sacola, eu na hora pulei na mão dela e peguei, dizendo "é minha!", hahahaha (e ela confirmou, dizendo quer era a minha cara. Muito amor, né? <3). Nem usei ainda... sei lá, sabe quando você gosta tanto de uma coisa que fica com dó de usar, e espera uma ocasião especial? Pois é. Mas logo, logo estreio ela, porque já tenho em mente o evento em que ela vai passear comigo =D. 75 dilmas, muito bem gastas.



É isso, gente. Curtiram? Mês que vem tem mais. ;)

Xoxo. :*

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Álbum - Julho/2014

Buenas, povo!
Quem me acompanha sabe que esse mês foi a maior correria, maior tranqueira, que lidei com doença na família e os dias não foram fáceis. Com o meu padrasto doente e a minha mãe deprê e ocupadíssima, preferi ajudar eles e mal tive tempo pro séquiso pra sair pros rolês - aliás, deve ter sido por isso que esse foi o mês em que mais vi filmes na minha vida, auheuahuehauehua. A loucura toda acabou me desconcentrando total, também: passei mais de semana sem escrever nada :P

Bom, gente, mas essa loucura acabou! Meu padrasto já tá bem, já tá em casa e vai ter que tomar uma ~caraiada~ de remédios, mas ao menos se salvou - e digo isso porque, sério, ele nasceu de novo. E agora chega de enrolation, e vamos às fotos! =)


Galera, deixa eu contar uma coisa pra vocês: eu amo começar o dia fazendo exercícios! Sério, gente, Tia Léty quando malha é outra pessoa, é muito mais disposta, bem humorada e ágil, e faz o dia render muito mais - levanto cedinho, vou malhar, volto pra casa e tomo um banho bem gostoso, e tenho bastante tempo pra fazer as coisas em casa, trabalhar e escrever, com todo o sossego. Eu já frequentei academia particular várias vezes, e apesar de gostar dos treinos, nunca durava muito tempo :/. Mas descobri que isso acontece porque o ambiente fechado e meio opressor das academias não combina comigo: meu negócio é atividades ao ar livre! E, desde que comecei a frequentar as academias públicas, no começo desse ano, fiquei viciada. Gente, eu amo, simplesmente não tenho preguiça de ir, e sinto muita falta quando viajo pra trabalhar, e passo alguns dias longe dela. Eu gosto demais, gosto até das coisas que geralmente irritam outras pessoas, como a galera que puxa papo no meio do seu treino e interrompe a contagem, aushauhsauhshausa. E também conheço tanta gente legal, às vezes malho ao lado de velhinhos, converso com eles, e já cansei de ensinar a galera que nunca malhou a usar as máquinas de tortura os aparelhos :). E pra mim, que não tenho a menor intenção de ser maromba e só quero me manter saudável e durinha, essa atividade cai como uma luva! A academia simpática da foto acima é do Parque Eduardo Gomes, aqui na minha cidade.


Sabem aquela minha cômoda jurássica que eu uso como penteadeira? Pois é, esvaziei, e agora só a primeira gaveta está ocupada, cheia de parafernálias cosméticas e acessórios xD. Durante essa faxina em que enchi dois sacos de lixo enoooormes, encontrei meus velhos desenhos. A Magali eu nem lembro quando desenhei, esse que tá mais à frente e mostra duas sombras em uma rampa de skate foi um trabalho de artes da época do colégio, e os outros, que mostram salas e quartos (e uma cozinha, em cima à esquerda) são de uma época em que eu queria ser decoradora, hahahaha. Nem sei se tenho talento pro design de interiores, mas quando encontrei esses desenhos, percebi que ao menos com os lápis de cor eu tenho algum jeito. Guardei tudo com o maior carinho. ^.^


E, ainda falando dos desenhos... pois é, não resisti e emoldurei o dos skatistas, hehehe. Ah, e a bandeira do Japão que está pendurada em cima também fui eu quem fiz. =)

Esse foi o look que usei para almoçar com a turma, em um domingo qualquer esqueci qual. Meninas, vocês ficam inseguras na hora de usar legging estampada? Sabem, eu vejo tanta gente cagando regra de que tem que ser magrinha com pernas finas pra usar esse tipo de roupa, mas não concordo - já vi várias meninas mais cheinhas usando que ficaram lindas, assim como já vi essas estampas não caírem bem em meninas mignon. Eu até pouco tempo atrás não usava, mas ultimamente tenho dado uma banana para os metidos, e uso mesmo u.u. Só tomo o cuidado de ficar mais neutra na parte de cima, não só pras estampas não brigarem, mas também pra me deixar mais a vontade, já que o meu estilo é de roupas escuras, mesmo. E o All-Star não me larga, olha ele ali! :D


Por algum motivo que Freud não explica, dia desses peguei alguns dos meus batons/gloss e decidi tirar uma foto. Aí tem Avon, Natura, Boticário, Panvel e marquinhas B. O meu favorito ever é o coral último à direita, que é da Panvel e se chama Deusa Ardente (tá, o nome é brega, mas a cor é um ~lusho~). Uso bastante o vermelho vinho (da Natura, na embalagem branquinha) e o gloss rosado da Boticário (o da coleção Intense, deitadinho ali). O que menos uso é o gloss roxo - ele é lindo, mas quando passo fico achando que vão me olhar e pensar que eu estou com a boca roxa de frio, auehauheuhaeuhauehau.


Gente, olhem para esse balde de gelo: Ele é lindo ou não é? Tô pensando em fazer uma enquete perguntando isso, auheuaheua. Tá, brincadeira. Mas gente, minha madrinha ganhou em uma promoção, e não gostou nem um pouco. Queria colocar o coitadinho fora, vejam só! Não deixei, adotei ele e trouxe pra minha casa. Eu devo ser muito cafona, mas adoreeei, ele é grande, vai ser muito útil nos Drinking Games da vida. Aliás, falando em Drinking Game... a dois fins-de-semana atrás curti um, com alguns ex-colegas. Venci. Acho que meu balde de gelo me deu sorte. :3


E, depois de tanta inutilidade, eis que a última foto salva o post. Uma imagem vale mais que mil palavras... não, pera, nesse caso, um zilhão de palavras valem mais que as imagens (?!). Err. Deletem. Só queria dizer que esse é o livro que tô lendo no momento, do meu amado Stephen King <3. Antes de "Saco de Ossos" li "Insônia", do mesmo autor, e tô a cada dia mais encantada. Ah, e achei essa capa maravilhosa, acho que, no gênero terror, é uma das capas mais lindas que eu já vi.


E aí, povinho, como foi o mês de vocês? Passou tão voando quanto o meu? E a pergunta que não quer calar: Será que, se dermos uma piscadela, já estaremos em 2015? #Medo.

Xoxo. :*


terça-feira, 22 de julho de 2014

Amor demais ou falta de noção da realidade?


O que me motivou a escrever esse texto foi a leitura de um status no Facebook. Nele, uma conhecida comentou que, enquanto dava uma bisbilhotada no perfil do filho de 12 anos, ficou surpresa ao ver que as amigas dele da mesma idade estavam em relacionamento sério com alguém. Até aí nada demais, pois concordo que os pais devem prestar atenção à rede social dos filhos (questão de segurança), e também ainda me choco quando vejo pré adolescentes namorando. Mas o que me incomodou foi a maneira como as questões foram colocadas.



Ao contar que olhava o perfil do garoto, ela se justificou mil vezes. Disse que tem a senha sim, que é a mãe, que ele só tem 12 anos, não se manda e também não se importa que ela olhe. E pouco depois, em um comentário do mesmo post, disse que com ela é assim mesmo, que olha redes sociais, cadernos, diários, tudo dos filhos, que "não tem essa de privacidade", que eles só terão isso quando tiverem a casa deles. E outras pessoas comentavam que, se mais mães fizessem isso, haveria menos adolescentes grávidas no mundo (!), e uma outra ainda disse que o filho dela tem 22 anos, e se ele bobear ela olha ainda.

Acho essa questão muito difícil, e como não tenho filhos nem tenho propriedade pra falar. Mas eu tenho pais. E eu também usava bastante as redes sociais durante a adolescência. Diários, então, eu tenho desde criança. Celular, ganhei o primeiro aos 11 anos. E meus pais nunca bisbilhotaram absolutamente NADA. Me educaram à base de informação clara e confiança, desde cedo. Quando queriam saber algo de mim, me perguntavam. E pasmem (ironia mode on), eu já tenho 23 anos, nunca usei sequer maconha, nunca engravidei nem peguei qualquer DST, sempre bebi com responsabilidade e nem ao menos tomei suspensão no colégio. Nunca me envolvi em brigas de rua, nunca repeti de ano. Sabem por que? Por causa da orientação, da confiança, e do respeito que sempre tiveram por mim como indivíduo. Por ter sido orientada, eu aprendi a me cuidar. E a privacidade que eu tinha era valorizada por mim o suficiente, para que eu nunca quisesse perdê-la. Tenho certeza que os pais "stalkers" que lerem isso vão ficar chocados, mas pelo jeito a liberalidade dos meus velhos deu certo pra mim. Por outro lado, stalkear demais pode ser furada por dois motivos: 1) Quem quer aprontar sempre dá um jeito, e isso vale em qualquer relacionamento. Se seu filho deixar de postar determinadas coisas ou de ter determinadas conversas com os amigos porque você está espiando, ele vai fazer isso pessoalmente, ou por telefone, ou até por telepatia ou sinais de fumaça, se for necessário. Só conversando abertamente e sem chiliques você pode ensiná-lo a se preservar, evitar que o filho ~revoltado~ curta/compartilhe posts de ódio, ou que a filha poste fotos de calcinha e sutiã, ou que alguns deles marque encontro com um tarado sem saber. 2) Todo filho stalkeado demais uma hora se irrita com isso, e aí é capaz de fazer besteira só por birra, ou bloquear os pais (adolescente é impulsivo), ou até criar um perfil fake pra poder fazer o que bem entender. Aí sim que o caldo entornaria de vez, né? Então que tal tentar o diálogo com eles, antes de tanta imposição?

E agora, mudando um pouco o foco, o ponto que mais me incomodou na postagem e nos comentários: o machismo (sempre ele!) implícito e travestido pela preocupação daquelas pessoas zelosas por suas crias (e pelas dos outros). Para começar, a mulher que falou das amigas do filho só citou elas, e ainda disse que elas estavam "precisando de umas cintadas, para acalmar o fogo". Percebem? Ela só criticou as meninas. Se o problema é namorar muito jovem, por que a outra parte não é citada? Ora, se os garotos tem a mesma idade, eles também precisam "acalmar o fogo", não acham? E se são mais velhos (o que é bem comum), pior ainda, ao menos do meu ponto de vista. Mas claro, é aquela velha história de "mulher tem que se valorizar, porque homem é tudo igual". Ah, meus sais! E mais um "detalhe": os comentaristas citaram a palavra "mãe" trocentas vezes, dizendo que a mãe deve fazer isso e aquilo, colocando mais uma vez a responsabilidade pela educação toda nas mãos dela, e isentando o pai. Mentalidade mais velha que andar pra frente.

Gente, quando é que vocês vão expandir essas mentes pequenas?