sábado, 13 de abril de 2013

*5 Bandas*

Boooaaa tarde!
Gente, nunca estive tão cansada como estou nesse fim-de-semana, minha nossa! Se eu sair, vai ser só amanhã, depois de descansar muito hoje, porque tô im-pres-tá-vel.! :P (tá, mas quem te perguntou?)

Err. Hoje vamos falar de música! :) Bom, todo mundo tá cansado de saber que eu sou roqueira, certo? Pois é, mas nunca me aprofundei muito pra falar de música, até porque sou leiga nisso. Mas hoje, decidi dividir meus gostos com vocês, e fazer o Top 5 das bandas que eu mais ouço. Elas são super conhecidas, então provavelmente não haverá surpresas  xD. Dêem o play e lá vamos nós! :D


                         5. Nightwish



Formada em 1996 pelo tecladista Tuomas Holapainen, a finlandesa Nightwish ganhou fama mundial com os álbuns Wishmaster (2000) e Century Child (2002). Sua música é descrita como "cinematográfica" e "acústica", com raizes góticas. Além do Tuomas, sua formação atual tem Floor Jansen (vocal), Marco Hietala (baixo, violão e vocais masculinos), Emppu Vuorinem (guitarra e violão) e Jukka Nevalainen (bateria).

Ok, essa foto é antiguinha e está com a primeira vocalista, Tarja Turunen, que já saiu há um tempão - mas é dela que eu gosto, humpf (e já fui chamada de Tarja, no Ask. Kkkkkk)! Essa turma já recebeu onze Emma Awards, um Echo Awards, na Alemanha, e em 2007 foi homenageada no World Music Awards como melhor banda da Escandinávia. O clipe de Nemo foi o "Vídeo do Ano" de 2005 no MTV Video Music Awards. Em 2008, a banda foi eleita a melhor banda finlandesa no MTV Europe Music Awards.




                       
                             4. Avenged Sevenfold




Avenged Sevenfold é uma banda norte-americana de heavy metal, fundada na Califórnia em 1999. Começou tocando metal core nos dois primeiros álbuns, mas mudou o estilo no álbum City of Evil (2005) e foi considerada a "revelação do heavy metal da década". Consiste em M. Shadows nos vocais, Zacky Vengeance na guitarra rítima, Synyster Gates como guitarrista, Arin Ilejay na bateria e Johnny Christ no baixo. Além disso, todos eles fazem backing vocal.

Essa banda é do tipo que me faz viajar em fantasias românticas (#ALoka) e tem letras belíssimas - Seyze the day e Dear God, por exemplo. O nome da banda significa "vingado sete vezes", em português, e é uma referência ao livro de Gênesis na Bíblia, quando Caim é condenado ao exílio por matar o irmão, Abel. Já o logo da banda é o DeathBat - uma caveira com asas de morcego, e também a tatuagem mais comum entre os fãs.



                           
                                     3. Nirvana


Nem preciso falar muito dessa, né? Clássica e imortal.
O Nirvana foi fundado em 1987 - ou seja, teve uma breve duração, já que o vocalista Kurt Cobain se suicidou em 1994. Porém, vários lançamentos póstumos têm sido emitidos, supervisionados pelo ex-baterista Dave Grohl (atual guitarrista e vocalista do Foo Fighters) e pela viúva de Kurt, Courtney Love. Sendo assim, desde a estréia a banda já vendeu mais de 50 milhões de álbuns ao todo, 25 milhões só nos Estados Unidos.

Kurt, Kurt... Eu sou fã dele e não nego. Morreu jovem demais, de forma estúpida demais, e ver os vídeos dele cantando sempre me dão uma tristeza - não só pela morte, mas pelo olhar dele. Kurt carregava uma notável tristeza no fundo do olhar, e sua voz doce  faz uma imensa falta no mundo da música.



                              
                                2. Green Day


Essa aqui é uma banda de punk-rock. O Green Day é estadunidense e foi formado em 1987, na Califórnia, com o nome Sweet Children e o baterista John Kiffmeyer (Al Sobrante), que saiu em 1991. Em 1989, mudou para seu nome atual e lançou seu primeiro álbum de estúdio, 39/Smooth. Seus integrantes são Billie Joe Armstrong (vocal e guitarra), Mike Dirnt (baixo e vocal de apoio) e Tré Cool (bateria, percussão e vocal de apoio).

Eu sempre digo que o Billie Joe é um punk que eu pegaria (hihi). Eu amo Green Day desde bem novinha, início da adolescência, e eles foram uma das minhas referências musicais, para que eu me tornasse quem sou ^.^. Ver um show desses caras é um dos meus sonhos, e as músicas deles me fazem berrar descontralada e alucinada. :D



                               
                                1. Evanescence



Evanescence foi formada em 1995 pela vocalista Amy diva Lee e pelo guitarrista Ben Mody - que não faz mais parte da banda. Atualmente, seus integrantes são, além da Amy - que é vocal, piano, teclado e harpa -, Terry Balsamo (guitarra), Tim McCord (baixo), Will Hunt (bateria) e Troy McLawhorn (guitarra rítmica).


Sim, eu sou apaixonada por esse povo. Amo a Amy de paixão, queria ter uma voz linda como a dela, vivo tentando copiar o estilo dela e admito (falo mesmo!) e acho uma tremenda injustiça a pessoa ter aquele talento, aquele cabelo incrível e ainda ser abençoada com lindos olhos azuis (Amy, sua sortuda!). Chiliques à parte, sei que a banda não é feita só de Amy, e adoro os meninos também. Morar comigo é ser obrigado a me ouvir berrando as músicas do Evanescence o dia inteiro. Acabei de perder possíveis futuros colegas de apartamento.




É isso! Espero que tenham gostado das minhas overdoses de fanatismo, e que apreciem essas bandas também! :D

Menções honrosas: Ramones, Guns N'Roses, Iron Maiden, AC/DC, Epica, Shaman, Slipknot, Nickelback, Creed... e todas as melhores bandas de rock do mundo. =)

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Série: The Big Bang Theory

Boa tarde, genteeee!!!
Por favor, não me atirem pedras pela demora! Eu sei que sempre digo que o trabalho tá a todo o vapor, que a Faculdade tem me tomado bastante tempo blá blá blá, Wyskas sache , mas é a pura verdade! Tenho um trabalho sobre Madame Bovary, do Flaubert, pra apresentar no final de abril, e ainda não dei jeito nem no rascunho. Sem contar as provas das demais cadeiras. Help-me! (mas é fato que tô adorando isso tudo).

O post de hoje é muito especial, pois vou falar de The Big Bang Theory, uma série que adoro não só por ser divertida, mas também porque vive unindo ainda mais eu e meus amigos: Coisa mais normal do mundo é ver todo mundo em volta do computador, dividindo batatas fritas e cerveja e gargalhando alto com as confusões de Sheldon e sua turma. xD


Criada e produzida por Chuck Lorre e Bill Prady, The Big Bang Theory é situada na Califórnia e traz como enredo a amizade, as nerdices e a vida social (ou melhor, a falta desta) do físico teórico Sheldon Cooper e do físico experimental Leonard Hofstadter, dois prodígios da Caltech que dividem um apartamento do outro lado do corredor da linda Penny, uma garçonete com aspirações para o show-biz. Fechando o grupo, estão Howard Wolowitz e Rajesh Koothrappali - amigos e colegas de trabalho de Sheldon e Leonard, e igualmente nerds, - Amy Farrah Fowler (Blossom! :D) - uma neurocientista que surge pela primeira vez no último episódio da terceira temporada e se torna o "par romântico" de Sheldon, - e Bernardette Rostentowiski - uma microbióloga que passa a fazer parte do elenco principal ao se casar com Howard, a partir da 4ª temporada.






Sensacional e cheia de personalidade, a série consegue satirizar o universo nerd como um todo (não só em relação ao QI dos personagens, mas também com o fanatismo deles por Star Wars, Senhor dos Anéis e afins) sem ridicularizá-los, e seus personagens, apesar de caricatos, são cativantes. Com uma inteligência típica do tema proposto, The Big Bang Theory tem humor ácido, diálogos astutos e dá verdadeiras aulas de Ciências em alguns episódios, sem ser nada entediante (e não estou sendo sarcástica).

Todos os personagens tem seu jeitinho próprio: Penny, com seu bom senso e traquejo social, no meio daquele bando de doidos (Err). Leonard, com seu jeitão sério e até charmoso em certos momentos (acho que vou ser zoada por ter escrito isso). Rajesh, engraçadíssimo ao "travar" na frente de mulheres. Howard, esquisitão e sempre arrancando gargalhadas por seu "complexo", já que é o único do grupo que não tem doutorado. Bernardette, toda meiga e delicada, mas se transformando em uma verdadeira leoa ao se irritar. Amy, que consegue ser musa e amada mesmo usando óculos de grau e roupas largas. E por fim, o inacreditável Sheldon - esse o melhor de todos, pois consegue ser um verdadeiro gênio e ao mesmo tempo ser infantil, neurótico, sarcástico ao extremo, sem tato nenhum, e ainda assim ser um doce, idolatrado por 99% dos fãs da série.


Algumas curiosidades:

*O primeiro episódio foi produzido em 2006, mas não foi aprovado. Revisado pelos produtores, foi desenvolvido novamente e aprovado em 14 de maio de 2007. A série estreou em 24 de setembro deste mesmo ano.
* David Saltzberg, professor de Física e Astronomia na Universidade da Califórnia, revisa os roteiros e fornece equações matemáticas, diálogos e diagramas usados como adereços.
* A música-tema, "The History Of Everything", descreve o desenvolvimento do Universo e as mudanças que a Terra e os seres vivos sofrem desde o início dos tempos. Foi escrita e gravada pela banda canadense Barenaked Ladies.

Fica a dica para quem gosta do humor sarcástico, inteligente e que foge totalmente dos clichês americanos. Sou orgulhosamente viciada em The Big Bang Theory, e ainda quero ter um terço da mente brilhante de seus protagonistas. (Sheldon diz: -Sonha).



(Fonte de pesquisa: Wikipédia.)

sexta-feira, 22 de março de 2013

*NejiHina X NaruHina*

Boa tarde, lindos do meu coração! <3
Essa semana foi meio estranha, porque meu BFF viajou a trabalho, tá sem net e eu sinto muita falta de conversar com ele todos os dias... :/ A gente conversa por SMS, mas com moderação, se não pobre de nós pra recarregar os celulares, né? Kkkkkkkkkkkk.
Tirando isso, minha vida tem sido bem legal. A faculdade está ótima e os namorados também, tia, e logo, logo, vou mudar de emprego. Torçam por mim! =)

Bom, chega de falar da minha vida vamos falar da TekPix, a filmadora mais vendida do Brasil. Naruto Shippuden está na reta final (snif...), e o mangá acaba no início do segundo semestre. O anime ainda vai longe, mas como é o mangá que decide a coisa toda, a história está fervendo - inclusive em relação ao futuro amoroso do protagonista.
                                    Adoro esse fanart, kkkkkkkk.

Em dezembro passado, o lindo do Neji Hyuuga bateu as sandálias, acabando com os sonhos de quem, assim como eu, torcia fervorosamente por um casal formado por ele e a priminha, Hinata Hyuuga. Não é muita gente, já que a maioria dos fãs torce para que a moça fique com o protagonista, Naruto Uzumaki - em detrimento da própria protagonista feminina da série,  Sarakura Sakura Haruno. A tempos tenho vontade de fazer um post sobre o casal NejiHina, que na minha opinião, tinha tudo para ser o par mais fascinante da trama. Vou fazer isso agora.

Quem critica NejiHina, usa como argumento principalmente o fato de os dois serem primos, e ainda por cima os pais deles serem gêmeos. "É incesto!", berra a multidão. O outro argumento é aquele que quem usa, das duas uma: Ou só assistiu até a terceira temporada de Naruto Clássico, ou não tem a menor noção da história por trás de tudo. Dizem que os dois não podem ficar juntos porque Neji odeia a Hinata, e já tentou até matar ela. ¬¬


Sobre o fato de serem primos, isso até reforça a  teoria de que os dois tinham tudo pra acabarem casados. Explico: Hinata é da família principal do clã Hyuuga, filha do herdeiro, Hiashi, e mais velha que a irmã, Hanabi. Por tanto, é a herdeira oficial, e futura responsável por comandar o clã. Mas sabemos que Hiashi não considera sua princesinha nada qualificada para o cargo, e que se pudesse colocaria o Neji. Neji sim, nasceu para liderar, tanto que se tornou jounin antes de toda a turma dos onze de Konoha, inclusive ultrapassando Shikamaru, que já tinha virado chounin antes dele (pôxa, Shika!). Porém, Neji não pode, já que pertence à família secundária do clã, simplesmente por ser filho de Hizashi, o gêmeo que nasceu dois minutos depois de Hiashi (pois é). Reflitam: Hiashi não tem segurança na filha para liderar o clã, a considera frágil, confia mais no Neji, mas não pode colocá-lo no "trono", e ainda já demonstrou diversas vezes detestar esse sistema de divisória dos Hyuuga, e ter ressentimento disso, já que seu irmão morreu para salvá-lo. Aí pergunto: Qual seria o melhor jeito de Hiashi passar o poder pro Neji, proteger a Hinata, e ainda acabar com essa pataquada toda de família principal e família ramificada? Bingo, casando os dois.

Em relação a Neji odiar Hinata, e já ter tentado matar ela... Gente, sério que vocês não percebem o sentimento por trás daquele "ódio" do Neji? Por favor, Neji se apaixonou por Hinata assim que pôs os olhos nela, quando os dois ainda eram crianças ("ela é bonitinha, pai". Awnnnnnnn! <3). Se mostrou desde o início bastante empolgado com a idéia de protegê-la. No entanto, quando viu o pai morrer por culpa da divisão besta do clã, além da perda terrível, Neji também percebeu, inconscientemente, que nunca poderia ser mais do que um empregado da Hinata. E com isso, é óbvio que a maionese desandou. No dia em que bateu nela (e ainda percebeu que ela ama o Naruto), o ódio era mais da situação do que da própria Hinata (falou a psicóloga. Err). Pensam que é viagem minha? Pode até parecer, mas se vocês puxarem todas as temporadas de Naruto Clássico e Shippuden, desde o início, perceberão que basta ler nas entrelinhas, para ver o que eu e os outros NejiHina's vemos.


Em relação a NaruHina... Eu adoro, também. No começo era uma fã convicta de NaruHina, mas com o tempo e as coisas que aconteceram, acabei pendendo pro lado do Neji. Fora que é impossível não ir às lágrimas, ao assistir o episódio 166, com Hinata se arrastando até Naruto, ferida de morte, mas fazendo tudo para salvá-lo e dizendo que o amava. Aquilo foi uma das coisas mais lindas que já vi em Naruto - perdendo apenas para Kushina e Minato se despedindo do filho, segundos antes de serem mortos pela Nove Caudas. O fato é que desde a morte do Neji, ficou praticamente claro que vai dar NaruHina na cabeça. Como disseram alguns amigos meus, o Hyuuga morreu salvando a mulher que amava (snif...) e praticamente "casou" ela com o Naruto, em suas últimas palavras. As cenas que se seguiram foram incríveis, inclusive o tapa que Hinata deu em Naruto, para fazê-lo "acordar". E o momento em que os dois levantaram de mãos dadas, para irem juntos à luta, levou os fãs do casal à loucura e os fãs da Sakura ao suicídio. Honestamente, vou gostar que ela fique com o Naruto - e aliás, se depois disso tudo o Naruto ficar com a Sakura ou morrer, prefiro que a Hinatinha morra também, por mais que me doa o coração, dizer isso. Acho muita sacanagem ela ficar viva e sem Naruto e nem Neji, ou ainda por cima ficar com o Kiba, tendo tido duas histórias tão lindas com os outros dois. Mas não posso negar que, por mais que NaruHina seja o casal mais aclamado pelo público, ainda acho que o Neji merecia muito mais o amor da heroína.

É isso. Escrevi demais, mas finalmente disse o que queria sobre esse triângulo amoroso, aashashaushuauaua! E vocês, o que acham? Não me matem, hein, NaruHina's! xD



Beijinhos! :*

terça-feira, 12 de março de 2013

Livro: O Cemitério


Ok, ok, sou uma blogueira relapsa. Me odeiem, meu queimem na fogueira, me joguem um chidori. Err.
Gente, a última semana foi tão, mas tão corrida! Com a função da Faculdade, o tempo encurta (hoje mesmo tenho aula a noite, e só estou conseguindo postar porque saí cedo do trabalho). E nos outros dias que eu tinha programado pra postar na semana passada, acabei saindo (fiz baderna sexta, sábado e domingo xD) e acabou não rolando atualização. Bom, o importante é que hoje tomei vergonha! LOL
Vou escrever um pouco sobre um livro de um escritor gênio, que eu amoooooo de paixão, e quando crescer quero ser tão foda quanto ele! O livro é O Cemitério, do Stephen King.


Diferente de Carrie, A Estranha (resenha aqui ), em que a narrativa tem tempo cronológico e com recuos, e a trama nos leva o tempo todo a sentir pavor e raiva da situação da protagonista, O Cemitério é narrado de forma mais simples e tem até doses de humor negro em alguns momentos. Mas se engana quem pensa que isso torna a história menos apavorante. É apenas Stephen King, mostrando que consegue assustar e envolver, independente de como escreva.

O jovem médico Louis Creed se muda para uma pacata cidade do Maine, levando a esposa Rachel, a filha de 6 anos Eilee, o gato Churchil, e o filho Gage - que é pouco maior que um bebê, visto que ainda dá suas primeiras palavras e passos. A família se encanta pela casa, faz amizade com a vizinhança e tudo vai maravilhosamente bem, até que Churchil - o gato de Eilee, que ela tinha verdadeiro pânico de perder - morre atropelado na perigosa estrada em frente à casa, durante uma viagem da família. É aí que Jud Crandall - vizinho idoso que se tornou um grande amigo de Louis - convence o patriarca a enterrá-lo em um antigo cemitério Mic Mac, localizado no bosque atrás da propriedade do médico. E é a partir daí que a história começa a esquentar.

Quando Churchil volta à vida, temos a interessantíssima confusão que se passa pela cabeça de Louis. Como médico e totalmente cientista, ele tenta convencer a si mesmo de que o gato foi enterrado vivo, que foi um engano, que algo no organismo do bichano fez com que ele fosse dado como morto. Por outro lado, Louis sabe que não é bem assim, já que Churchil está totalmente diferente, sinistro, malvado e fazendo coisas que ele não fazia antes do acidente. A mudança do gato é tão gritante que a própria Eilee nota algo estranho e acaba se desapegando dele. E Louis está convencido de que às vezes a morte é melhor - isso até uma verdadeira tragédia cair sobre a família.

É difícil falar desse livro sem dar spoiller, simplesmente porque sou apaixonada por ele e quero falar de tuuuuudooo (#ALoka). O fato é que é uma história deliciosamente sinistra, envolvente, cheia de detalhes e com personagens incrivelmente carismáticos. Louis faz coisas terrivelmente estúpidas, que chegam a nos fazer pensar "Não faça isso, seu idiota!" enquanto lemos (sim, eu fiz isso. Err.). Por outro lado, o sofrimento de todos nos leva a sentir compaixão por ele. Como julgá-lo, diante de uma situação tão horrível? Eu senti muito mais pena dele do que raiva. E também quero comentar algo sobre o final: Apesar de macabra e completamente arrepiante, a última cena me fez gargalhar. E acredito que a intenção do King tenha sido exatamente essa. :D

Pra quem não sabe (acho que só os "jupterianos"), o filme Cemitério Maldito, dirigido por Mary Lambert em 1989, é baseado nesse livro. Ainda não assisti, mas já está na minha lista.






Bom, fica aqui minha dica para que ama o gênero. Só me fez gostar ainda mais do King e da temática.

Beijos! :*